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05/12/2018

" O que é a superbactéria KPC?"


"  Recentemente tem-se noticiado em todos os meios de comunicação sobre uma nova epidemia: a superbactéria KPC que está atacando os brasileiros e, acima de tudo, causando mortes. Mas o que é essa tal de superbactéria KPC? Como se proteger? Como ela é transmitida e quais os sintomas? A resposta para todas essas e outras perguntas você confere neste artigo."

"   O QUE É A SUPERBACTÉRIA KPC?

 
A Klebsiella pneumoniae Carbapenemase (KPC) é um mecanismo de resistência de bactérias a um grupo de antibióticos. Ao adquirir uma enzima, a bactéria se tornou resistente a um grupo de antibióticos, incluindo os mais potentes contra infecções. Traduzindo: uma pessoa que está infectada com algum tipo de bactéria, ao tomar antibióticos para combater a mesma, algumas acabam resistindo ao medicamento e transmitem essa resistência às outras bactérias, criando assim uma superbactéria.
COMO SE PROTEGER DA SUPERBACTÉRIA KPC?

 
Uma das causas da proliferação da superbactéria é a falta de uso de materiais de higiene médico-hospitalar básicos como luvas, máscaras e álcool, além da falta da prática de hábitos, como o de lavar as mãos após o contato com pacientes. Portanto, a forma de se proteger é mais que óbvia: ter higiene.

COMO É TRANSMITIDA E QUAIS OS SINTOMAS DA SUPERBACTÉRIA KPC?
A bactéria pode ser transmitida por meio do contato direto, como o toque, ou pelo uso de objetos. A lavagem das mãos é uma das formas de impedir a disseminação da bactéria nos hospitais. Os principais sintomas são pneumonia e infecção urinária. Ela atinge principalmente pessoas hospitalizadas com baixa imunidade, como pacientes de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

COMO SE PROTEGER DA SUPERBACTÉRIA KPC?
- Evite ambientes hospitalares, mas se for necessário, lave bem as mãos e utilize álcool gel. Faça isso antes e depois de sair do ambiente.


- Evite tocar nos objetos de hospitais, como portas, balcões, mesas e qualquer acessórios.


- Evite uso de antibióticos que não sejam realmente necessários. Procure seu médico antes de ir à farmácia comprar remédios.

QUE MEDIDAS O GOVERNO BRASILEIRO ESTÁ TOMANDO PARA COMBATER A SUPERBACTÉRIA KPC?                            

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, pediu neste domingo (24) tranquilidade em relação à proliferação da superbactéria KPC. "  A população fique tranquila porque essa é uma situação que acontece apenas em ambiente hospitalar e em pacientes debilitados", disse ele após participar de encontro em São Paulo sobre a definição de diretrizes para minimizar o risco cardíaco em pacientes em tratamento contra o câncer.

Segundo o ministro, com a adoção de medidas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), "  a situação vai ficar sob controle".

Entre as ações da Anvisa, está a norma que determina a retenção da receita médica na compra de antibióticos. Isso para impedir muito o que hoje é um problema seríssimo, que é a automedicação, o uso abusivo e indiscriminado. Uma das formas de evitar a contaminação é exatamente o uso desnecessário e indiscriminado de antibióticos.

A Anvisa anunciou na última semana a obrigatoriedade da instalação de dispensadores de álcool em gel nos hospitais e clínicas públicas e particuladres.

A anvisa também recomenda os cuidados de higiene tanto dos profissionais de saúde quanto das pessoas que visitam os pacientes. O simples ato de lavar as mãos pode evitar muita coisa.

MAPEAMENTO DOS CASOS DE SUPERBACTÉRIA KPC NO BRASIL

Atualmente não existe um diagnóstico sobre a expansão da contaminação pela KPC no país. Os registros oficiais ainda estão restritos ao Distrito Federal, com 183 casos e 18 mortes, e aos estados do Paraná, com 24 casos; da Paraíba, com 18; do Espírito Santo, com três; de Minas Gerais, com 12; de Santa Catarina, com três; de Goiás, com quatro; e de São Paulo, com 70 casos e 24 mortes. Os dados são da Anvisa e das secretarias estaduais de Saúde."






fonte e créditos:
http://www.castrodigital.com.br



17/01/2018



Luz Solar Pode Ser a Chave para a Perda de Peso  





Exposição à luz solar

Luz Solar .

Pode Ser a Chave para a Perda de Peso
em 
Dieta
Dieta na Mídia

Um novo estudo – de pesquisadores da Universidade de Alberta em Edmonton, Canadárevela um culpado inesperado para o ganho de peso no inverno: a ausência de luz solar.



Os pesquisadores, liderados por Peter Light, oriundos do Alberta Diabetes Institute, examinaram o efeito da luz solar em células de gordura subcutânea ou células de gordura brancaque podem ser encontradas logo abaixo da nossa pele.

Os resultados de sua investigação tornaram este um estudo inovador, que foi publicado recentemente na revista Scientific Reports.

Como a luz solarqueima” a gorduraPeter Light e equipe examinaram o chamado tecido adiposo branco subcutâneo (scWAT), que, como os autores explicam, é o principal depósito de gordura em seres humanos e tem um papel central na regulação do metabolismo do corpo inteiro”.

A gordura branca é conhecida como o 
tipo de gordura ruim”, 
pois armazena calorias 
que seriam idealmente 
queimadas por energia. 
 
Se for disfuncional, 
esse tipo de gordura pode levar a distúrbios cardiometabólicoscomo obesidadediabetes doença cardíaca.

Então, na tentativa de ajudar as pessoas com diabetes tipo 1Light colegas estavam trabalhando na forma de engenharia genética dessas células de gordura branca para produzir insulina quando expostas à luz.

Por acaso, eles descobriram que as células ScWAT tendem a encolher sob o efeito da chamada luz azul do sol – isto é, o tipo visível de luz que aumentaatenção humor durante o dia.


Isto foi o que eles encontraram:

“Quando os comprimentos de onda da luz azul do sol – a luz que podemos ver com o olho penetram a nossa pele e atingem as células de gordura logo abaixo, as gotículas lipídicas reduzem o tamanho e são liberadas para fora da célulaEm outras palavras, nossas células não armazenam tanta gordura “.

Ganho de peso no inverno explicado 

“Se você revirar as nossas descobertas”, diz Light, “a exposição solar insuficiente que temos 8 meses do ano vivendo em um clima do hemisfério norte pode estar promovendo o armazenamento de gordura e contribuindo com o ganho de peso típico que alguns de nós têm no inverno”.

“É cedo, mas não é um salto gigante supor que a luz que regula nosso ritmo circadianorecebida através de nossos olhos, também pode ter o mesmo impacto através das células de gordura perto da nossa pele”, acrescenta.

Os resultados podem abrir caminho para novas estratégias de perda de peso ou terapias baseadas na luz no tratamento de obesidade diabetes.

No entanto, Light adverte contra a adesão dessas descobertas perseguindo literalmente a exposição solar para perder peso, pois ainda existem muitas variáveis que permanecem desconhecidas.

“Por exemplo”, ele explica, “ainda não conhecemos a intensidade e duração da luz necessária para que isso seja ativado”.

Além disso, ele observa: “Há uma grande quantidade de estudos sugerindo que nossa geração atual sofrerá mais com excesso de peso que seus pais e talvez isso alinhe o debate sobre o que é uma exposição saudável ao sol”.

De qualquer forma, esta descoberta emocionante “certamente contém muitas pistas fascinantes para a nossa equipe e outras pessoas ao redor do mundo explorarem”, conclui Light.







"Você já tinha percebido que durante o inverno costumamos ganhar mais peso? Imaginava que poderia ter alguma relação com a luz solar? Comente abaixo!"


ARTIGOS COMPLEMENTARES




fonte:   .mundoboaforma 




UA-90649529-1


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01/11/2017


||| 09  (nove)SINALIZA QUE O NÍVEL DE AÇÚCAR NO SANGUE é MUITO ALTO

Você deve saber isso!





Nosso sangue contém açúcar naturalmente, mas é na forma de glicose, e quando seus níveis estão dentro do intervalo normal, suas células e órgãos recebem a energia necessária para o bom funcionamento. 


O nível de açúcar no sangue é controlado pelo uso de insulina, que é o hormônio que seu corpo produz. 
A insulina remove o açúcar do seu sangue e o entrega às células e aos órgãos
Se você tem diabetes tipo, o sistema imunológico do seu corpo começa a atacar as células pancreáticas responsáveis ​​pela produção de insulinae se você sofre de diabetes tipo 2seu pâncreas produz insulina, mas seu corpo não poderá usá-la corretamente.



Alto nível de açúcar no sangue - o que causa isso?  

O alto nível de açúcar no sangue pode ocorrer como resultado de muitos fatores, mas geralmente é causado por um aumento do nível de estresse ou após algumas doenças.


Aqui estão alguns dos gatilhos mais comuns para aumentar os níveis de açúcar no sangue:

- Insuficiência de insulina ou outros medicamentos para diabetes 
- Maior consumo de carboidratos 
- Inatividade física 
- Infecção ou doença 
- Cirurgia ou danos a certos tipos 
- Alguns medicamentos.

Os sinais mais comuns de níveis elevados de açúcar no sangue


Tingling, queimadura ou entorpecimento


Se o nível de açúcar no sangue é alto, você pode sentir coceira ou queimação em seus membros ou se sentir entorpecido. Isso pode indicar que você tem diabetes, porque a neuropatia diabética geralmente se manifesta dessa maneira.


Sentir-se com fome o tempo todo


Se o seu nível de açúcar no sangue é muito alto, seu corpo não terá energia, deve desempenhar suas funções e você começará a experimentar ânsias de comida para que você possa aumentar seus níveis de energia e encontrar uma fonte alternativa de energia nos alimentos.

Visitas freqüentes ao banheiro  

Osaltos níveis de açúcar no sangue geralmente terminam nos rins e passam pela sua urina, exigindo visitas freqüentes ao banheiro. 

Sentir-se sedento o tempo todo
Aumento dos níveis de açúcar nos rins pode fazer você sentir sede o tempo todo.
rápida perda de peso 

Se as células não recebem glicose suficiente, seu corpo começa a queimar músculo e gordura para obter a energia de que necessitam, e pode levar à perda de peso inexplicável e súbita ou ganho de peso, assim que considerar o seu peso para eventuais oscilações inexplicáveis.


Problemas de concentração


Tudo está relacionado ao seu corpoentão um desequilíbrio nos níveis de açúcar no sangue também pode afetar sua saúde mentalo que leva a problemas de memóriadificuldade em concentrar concentrar a atenção.

Fadiga

Quando seu corpo não recebe a energia necessária para suas células, ele pode causar fadiga permanentemente.

As feridas cicatrizam lentamente

Se o nível de açúcar no sangue for alto, 
pode danificar os nervos 
e causar uma cicatrização mais lenta das feridas 
após a lesão
então, se perceber que este é um problema comum, verifique o nível de açúcar.

Visão turva e tonturas

<)
Ambos os sintomas podem ser causados ​​por 
altos níveis de açúcar, 
por isso, se você notar que sua 
visão está embaçada 
ou que muitas vezes sente tonturas
não ignore, 
consulte um especialista.

Fonte

Fonte → 

fonte e créditos:  zhivitezdorovo 

||| UA-90649529-
c1omente aqui

 

22/10/2017



|||

Planos de saúde para idosos podem ficar impraticáveis, dizem especialistas






apresentada na Câmara dos Deputados no dia 18 de outubro é um desserviço aos usuários, não cobre necessidades de saúde, "rasga" o Estatuto do Idoso e só beneficiará o mercado.
A afirmação vem dos professores de saúde coletiva Ligia Bahia (UFRJ), e Mario Scheffer (USP), que pesquisam políticas de saúde, planos e seguros privados.
"A urgência de uma lei tem as digitais das operadoras, assíduas financiadoras de campanhas eleitorais", afirma Scheffer, 51. Sobre o reajuste de planos dos idosos, defendido pelas empresas, Ligia, 62, afirma que é um equívoco confundir velhice com doença. "O envelhecimento por si só não é o responsável pela elevação de custos na saúde."

Os professores especialistas em saúde coletiva Mário Scheffer (professor da Usp) e Ligia Bahia
*
Folha - Qual o impacto do relatório da revisão da leis dos planos, que está na Câmara?


Mario Scheffer - É das empresas de planos o relatório da comissão especial, que abre caminho para normatizar a segmentação de coberturas, prevê liberação do reajuste por faixa etária acima de 60 anos e a diminuição drástica do valor das multas aplicadas em função de atendimentos negados. Também propõe mudança radical no ressarcimento ao SUS, que passa a ter um formato de captação de recursos de hospitais e secretarias de saúde, o que na realidade se trata de claro incentivo à "dupla porta", o atendimento diferenciado de clientes de planos em unidades públicas. Com a mudança, o SUS passa a ser um prestador de serviços dos planos de saúde.
Essa nova lei, claramente desfavorável às necessidades de saúde, um desserviço ao país, tem as digitais das operadoras, assíduas financiadoras de campanhas eleitorais e que recentemente foram acusadas de comprar a medida provisória do capital estrangeiro que as beneficiou. As negociações na comissão especial foram praticamente secretas. Nas poucas audiências públicas quem mais participou foi o setor privado.

O que achou da proposta da Câmara de reajuste acima de 60 anos? O mercado de planos alega que é importante em razão do aumento da longevidade e do alto custo das doenças crônicas. Há uma outra saída?

Ligia Bahia - A proposta da Câmara rasga o Estatuto do Idoso e ameaça a permanência dos idosos nos planos, ao prever aumentos em progressão geométrica. Serão dois tipos de reajustes, o anual no aniversário do contrato e a cada cinco anos acrescido por um fator multiplicador até o fim da vida. Ficarão impraticáveis as mensalidades que já são mais elevadas para quem tem acima de 60 anos. É um equívoco confundir velhice com doença. O envelhecimento por si só não é o responsável pela elevação de custos na saúde. No Brasil, os idosos frequentemente seguem trabalhando e pagando imposto e não são necessariamente doentes. Em muitos países as políticas são orientadas para a chamada "compressão de morbidade" que significa prevenir riscos e doenças de modo a permitir que se viva melhor e por mais tempo. Ironicamente, diversos planos especializados em população idosa dão lucro.

Entidades de defesa do consumidor defendem que planos coletivos tenham o mesmo reajuste dos individuais. As operadoras dizem que isso as quebraria. Há meio termo?

Mario Scheffer - São praticados índices de reajuste absurdos em contratos coletivos que não são feitos com empresas e, sim, por adesão a produtos fraudulentos. Corretores exigem um CNPJ ou a vinculação artificial a uma organização qualquer. Esses planos que têm natureza claramente individual foram falsamente coletivizados para expandir o mercado e escapar da regulamentação. É lógico que deveriam ser reajustados com os mesmos padrões dos individuais. Nos coletivos de verdade, a negociação entre as partes tende a ser mais equilibrada. Os falsos coletivos são uma aberração.

O mercado também se queixa que muito da judicialização advém de demandas não previstas em contrato. As pesquisas corroboram isso?

Nossas pesquisas evidenciam um aumento expressivo das ações judiciais contra planos de saúde. Em São Paulo, são mais de 120 decisões contra planos por dia. Na segunda instância, os julgamentos relativos a planos já superam as ações movidas contra o SUS.
A maior parte das demandas é motivada por exclusão de cobertura de procedimentos caros e por reajustes abusivos, que, segundo as interpretações dos juízes, são obscuras nas normas legais e em contratos pouco padronizados. Mais de 90% das reclamações dos clientes têm sido acatadas.

Planos populares podem desafogar o SUS?

Ligia Bahia - Os planos sempre foram impopulares, criticados por quem os tem e inacessíveis para a maior parte da população.
Hoje tem mais brasileiros com planos (27%) do que em 1998 (23%), segundo dados do IBGE, e nem por isso as demandas para o público foram reduzidas. Ao contrário, nestes 20 anos houve ampliação do acesso e utilização do SUS. Planos mais baratos farão com que o SUS fique mais "afogado" com procedimentos mais caros e complexos.

Desperdícios, desvios e fraudes são apontados como algumas das grandes causas do aumento do custo da saúde suplementar. O que é preciso para organizar esse sistema?

Fraudes e desvios que geram a fragmentação e desorganização da assistência privada decorrem em parte de estratégias de competição predatórias e em parte da inadequação da regulamentação. A polêmica sobre a responsabilidade sobre o aumento de gastos opõe planos de saúde e hospitais, produtores de medicamentos e médicos. A mesma empresa de plano também é grupo hospitalar e ainda possui unidades de diagnóstico. Há espaço para soluções buscadas internamente.

A mudança de modelo de remuneração ajudaria?

Mario Scheffer - Sem dúvida é bem vinda a introdução de modelos de remuneração que aproximem o pagamento dos melhores desfechos clínicos e resultados. Mas isso não é uma panaceia. Todas as modalidades têm problemas. Enquanto o pagamento por produção pode levar à sobre utilização de exames, assalariados podem se acomodar, atendem menos pacientes em menor dedicação e têm pouco compromisso com custos.
Se o pagamento é por número de pacientes, idosos e crônicos passam a ser evitados pelos prestadores, que também podem abandonar pacientes fora das metas no caso do pagamento por resultados. Nos países ricos os modelos não são únicos, dependem da organização dos serviços e dos profissionais. 

fonte: folha.uol 

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