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" O que é a superbactéria KPC?"


"  Recentemente tem-se noticiado em todos os meios de comunicação sobre uma nova epidemia: a superbactéria KPC que está atacando os brasileiros e, acima de tudo, causando mortes. Mas o que é essa tal de superbactéria KPC? Como se proteger? Como ela é transmitida e quais os sintomas? A resposta para todas essas e outras perguntas você confere neste artigo."

"   O QUE É A SUPERBACTÉRIA KPC?

 
A Klebsiella pneumoniae Carbapenemase (KPC) é um mecanismo de resistência de bactérias a um grupo de antibióticos. Ao adquirir uma enzima, a bactéria se tornou resistente a um grupo de antibióticos, incluindo os mais potentes contra infecções. Traduzindo: uma pessoa que está infectada com algum tipo de bactéria, ao tomar antibióticos para combater a mesma, algumas acabam resistindo ao medicamento e transmitem essa resistência às outras bactérias, criando assim uma superbactéria.
COMO SE PROTEGER DA SUPERBACTÉRIA KPC?

 
Uma das causas da proliferação da superbactéria é a falta de uso de materiais de higiene médico-hospitalar básicos como luvas, máscaras e álcool, além da falta da prática de hábitos, como o de lavar as mãos após o contato com pacientes. Portanto, a forma de se proteger é mais que óbvia: ter higiene.

COMO É TRANSMITIDA E QUAIS OS SINTOMAS DA SUPERBACTÉRIA KPC?
A bactéria pode ser transmitida por meio do contato direto, como o toque, ou pelo uso de objetos. A lavagem das mãos é uma das formas de impedir a disseminação da bactéria nos hospitais. Os principais sintomas são pneumonia e infecção urinária. Ela atinge principalmente pessoas hospitalizadas com baixa imunidade, como pacientes de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

COMO SE PROTEGER DA SUPERBACTÉRIA KPC?
- Evite ambientes hospitalares, mas se for necessário, lave bem as mãos e utilize álcool gel. Faça isso antes e depois de sair do ambiente.


- Evite tocar nos objetos de hospitais, como portas, balcões, mesas e qualquer acessórios.


- Evite uso de antibióticos que não sejam realmente necessários. Procure seu médico antes de ir à farmácia comprar remédios.

QUE MEDIDAS O GOVERNO BRASILEIRO ESTÁ TOMANDO PARA COMBATER A SUPERBACTÉRIA KPC?                            

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, pediu neste domingo (24) tranquilidade em relação à proliferação da superbactéria KPC. "  A população fique tranquila porque essa é uma situação que acontece apenas em ambiente hospitalar e em pacientes debilitados", disse ele após participar de encontro em São Paulo sobre a definição de diretrizes para minimizar o risco cardíaco em pacientes em tratamento contra o câncer.

Segundo o ministro, com a adoção de medidas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), "  a situação vai ficar sob controle".

Entre as ações da Anvisa, está a norma que determina a retenção da receita médica na compra de antibióticos. Isso para impedir muito o que hoje é um problema seríssimo, que é a automedicação, o uso abusivo e indiscriminado. Uma das formas de evitar a contaminação é exatamente o uso desnecessário e indiscriminado de antibióticos.

A Anvisa anunciou na última semana a obrigatoriedade da instalação de dispensadores de álcool em gel nos hospitais e clínicas públicas e particuladres.

A anvisa também recomenda os cuidados de higiene tanto dos profissionais de saúde quanto das pessoas que visitam os pacientes. O simples ato de lavar as mãos pode evitar muita coisa.

MAPEAMENTO DOS CASOS DE SUPERBACTÉRIA KPC NO BRASIL

Atualmente não existe um diagnóstico sobre a expansão da contaminação pela KPC no país. Os registros oficiais ainda estão restritos ao Distrito Federal, com 183 casos e 18 mortes, e aos estados do Paraná, com 24 casos; da Paraíba, com 18; do Espírito Santo, com três; de Minas Gerais, com 12; de Santa Catarina, com três; de Goiás, com quatro; e de São Paulo, com 70 casos e 24 mortes. Os dados são da Anvisa e das secretarias estaduais de Saúde."






fonte e créditos:
http://www.castrodigital.com.br




Os riscos da infecção urinária

A proliferação de bactérias põe em risco a saúde de homens, mulheres e crianças




Gislene Almeida
Reprodução

"Em algum momento da sua vida, ela poderá aparecer. E sabe aquela sensação de ardência, após ir ao banheiro esvaziar a bexiga, ou aquele mal-estar ao segurar por muito. 
Tudo muda quando tem uma, ou melhor, várias bactérias agindo no lugar errado




Com a infecção urinária as coisas funcionam assim: as bactérias podem atacar qualquer nível do aparelho urinário, desde a bexiga, causando cistite, até o rim, causando pielonefrite

As infecções no sistema urinário são mais frequentes nas mulheres (em qualquer idade) e no homem na terceira idade, mas também é motivo de preocupação em crianças.

A doença é simples, mas se não for cuidada pode gerar complicações.  
Foi o que aconteceu com a modelo capixaba Mariana Bridi, 20 anos.
Ela sofreu uma infecção generalizada, chegou a ter as mãos e os pés amputados, e tudo começou com uma infecção urinária.

A infecção urinária acontece quando há uma falha na defesa da bexiga, que não consegue se proteger das bactérias do próprio organismo.

A colonização de bactérias no trato urinário pode ser facilitada por diversos fatores como, por exemplo:

obstrução urinária (próstata aumentada, comum em homens com mais de 60 anos), 

estenose de uretra; 

ou por doenças neurológicas (mielomeningocele, traumatismo de uretra) 

ou corpos estranhos (sonda vesical, cálculo urinário).

Há também casos de doenças bastante conhecidas frequentemente associadas com infecção urinária como o diabetes. 

Pacientes imunologicamente deprimidos (AIDS, câncer) também estão mais propensos a se infectarem.

Nas grávidas, na fase final de gestação, também é comum este tipo de infecção, devido a compressão da bexiga pelo útero. E o pior, dependendo do quadro clínico da paciente, pode resultar num trabalho de parto prematuro e também em aborto.

Em meninos este mal é um risco até o primeiro ano de vida, 

já nas meninas, após esta idade os especialistas alertam: infecção em crianças tem que ser investigadas, 

pois podem ser um indício de outros males, como o refluxo vésico ureteral, que consiste no retorno da urina para o rim durante ou não a micção, acometendo um ou ambos os rins e em graus variáveis

A bactéria mais comum causadora da infecção urinária, encontrada no intestino grosso, é a Escherichia coli

Já os pacientes hospitalizados (infecção hospitalar) apresentam germes diferentes, como a Pseudomonas aeruginosa, geralmente mais resistentes aos antibióticos.

Na mulher o risco de infecção é maior devido a fisiologia do corpo feminino, que deixa vagina e ânus muito próximos, facilitando o caminho de um órgão para o outro, sobretudo se a higiene não for bem feita (de frente para trás)."




fonte:
hojems




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