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10 (dez)

doenças que você pode evitar ao lavar as mãos

Segundo a UNICEF e a OMS, é possível reduzir em até 40% a incidência de infecções, como a diarreia, com o simples ato de lavar as mãos.

O simples gesto de lavar as mãos pode evitar doenças como diarreia e infecções na pele / Think Stock
O simples gesto de lavar as mãos pode evitar doenças como diarreia e infecções na pele / Think Stock


Por MADSON MORAES




O outono começou oficialmente no dia 21 de março e, com ele, as temperaturas caem e oscilam com dias quentes

É neste período que doenças como tosse, resfriado, gripe, infecção de olhos, de pele e infecções gastrintestinais, como a diarreia, por exemplo, costumam se intensificar. 

Assim, germes e fungos podem sobreviver e se propagar por mais tempo. E se você pudesse evitar 10 doenças apenas lavando as mãos?


A campanha “Contra Dez Doenças”, iniciativa da Lifebuoy, marca de produtos antibacterianos, tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de lavar as mãos como forma de prevenção. 

As dez doenças apontadas são: infecção estomacal, respiratória, gripes, resfriados, diarreia, doenças de pele, espinhas, dor de garganta, infecções no ouvido e erupções na pele. 

Elas podem ser evitadas com a higienização das mãos frequentemente. Segundo a UNICEF e a OMS, é possível reduzir em até 40% a incidência de infecções, como a diarreia, com o simples ato de lavar as mãos.


Destas dez doenças, há alguma com maior prevalência nas mulheres? 

 Para Sérgio Graff, pediatra e mestre em Toxicologia e Análises Toxicológicas pela Faculdade de Ciência Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), todas têm distribuição praticamente igual entre os sexos. 

Portanto, não há uma prevalência importante nas mulheres.

"Obviamente, cada uma das patologias citadas tem algumas características próprias e medidas que podem ser tomadas para evitá-las ou minimizar a possibilidade de transmissão entre as pessoas. 

As medidas de higiene, entre elas a lavagem frequente das mãos e do rosto, são muito importantes para evitá-las", explica o médico.

Hábitos nocivos

Segundo Graff, alguns hábitos muito nocivos, por exemplo, são não tirar os sapatos ao chegar em casa vindo da rua e não lavar as mãos ao chegar em casa e antes das refeições.  

Mas mudar tais hábitos pode reduzir as doenças provocadas por micro-organismos.

“Ao chegar à sua casa, os calçados estão contaminados com fungos e bactérias e ao pisar em tapetes ou mesmo em piso frio eles poderão sobreviver ali por algumas horas, tempo suficiente para contaminar os moradores da residência. 
O mesmo vale para as mãos que devem ser lavadas não apenas para retirar as sujidades presentes, mas também bactérias, vírus e fungos, que serão deglutidos com os alimentos produzindo infecções”, recomenda o especialista.



Dicas simples e eficientes

Além das medidas que citamos, há algumas medidas complementares. No caso das infecções gastrointestinais e das diarreias, evite comer frituras nas ruas ou em locais sem higiene apropriada

Já no caso das gripes, resfriados e infecções broco-pulmonares, procure evitar locais fechados com aglomeração de pessoas como elevadores, metros e ônibus – o mesmo sendo válido para as infecções de garganta e do ouvido.


Outra dica é utilizar o álcool em gel, comprovadamente eficaz contra todos os tipos de germes (incluindo o vírus da gripe H1N1), além de matar 99,99% das bactérias. 

 “Porém, a total higienização e prevenção de doenças serão garantidas se combinada à lavagem das mãos com água e sabonete, reforçando a remoção mecânica de parasitas”, explica o médico.

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"Saiba estimular crianças com autismo "..." Hoje é Dia para Conscientização sobre a síndrome"

Estimule o desenvolvimento 

da criança com autismo



Brincadeiras e interação social trazem benefícios a quem tem essa disfunção


por Manuela Pagan
 
 
Diferente do que propõe o senso comum, o autismo não retira uma pessoa do convívio social. Sem dúvida, as habilidades de comunicação são prejudicadas quando há esse tipo de disfunção, mas os estímulos cognitivos realizados na intensidade adequada e com profissionais especializados são capazes de reverter alguns padrões de comportamento.

"O autismo é uma síndrome comportamental de base neurobiológica, caracterizada por dificuldades de interação social e de comunicação e por padrões restritos de comportamento", afirma a psiquiatra Letícia Calmon Amorim, da AMA (Associação de Amigos dos Autistas) de São Paulo. Mas o tratamento disponível hoje em dia pode estimular uma criança a se desenvolver e ganhar mais independência.

Não se conhece a causa exata do autismo, tampouco existe cura. Segundo dados do Center of Disease Control and Prevention, dos Estados Unidos, uma em cada 88 crianças está dentro do espectro do autismo. Esta denominação refere-se a todos aqueles que apresentam características da disfunção, que abrange diferentes graus de limitação. 


Dia 2 de abril é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, aproveite para conhecer as atividades que ajudam no desenvolvimento da criança que tem essa disfunção.


 Criança sendo alfabetizada - foto: Getty Images
Escolarização

Letícia Calmon explica que a inclusão é importante, mas o ideal é, inicialmente, fazer o treinamento dos professores e consultar profissionais capacitados para colaborar neste processo, como o psicólogo, o fonoaudiólogo, o terapeuta ocupacional e, em alguns casos, buscar também um acompanhamento pedagógico. "Cada criança deve ter um programa individualizado". A escolarização pode trazer benefícios, como a possibilidade de vivenciar situações sociais e ganhar independência.

 Criança brincando - foto: Getty Images
Brinquedos e brincadeiras

Estimular a criança com autismo a compartilhar seus brinquedos e a brincar com outras crianças pode ajudar muito na interação social. "Os brinquedos para as crianças com autismo devem ser simples e estimular a criatividade", afirma o psicólogo Yuri Busin, mestrando em estudos do desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo. O mais importante é que os pais e os profissionais observem o nível de desenvolvimento da criança e escolham o brinquedo mais adequado ao nível cognitivo dela. Um psicólogo pode ajudar nessa escolha, já que a indicação presente nas embalagens dos brinquedos não se aplica à crianças com autismo.

 Mão segurando recorte de papel em forma de família - foto: Getty Images
Convívio com a família

A psicanalista Sônia Pires, da clínica Bem-me-Care, de São Paulo, explica que o primeiro desafio dos pais é aceitar as limitações do filho. "A ideia de um filho sem autismo deve ser abandonada e dar lugar à compreensão das dificuldades da criança", afirma. Estimular a convivência com outras crianças e adultos tanto no ambiente familiar quanto em outros lugares é uma maneira natural de treinar as habilidades sociais e integrar a criança: só não adianta deixá-la isolada, distante do movimento e das conversas. 

Menina fazendo movimentos específicos com as mãos - foto: Getty Images

Lidando com o comportamento característico

Mexer as mãos sem parar, rodar objetos ou balançar o tronco para frente e para trás são alguns movimentos típicos do autismo. Interrompê-los totalmente é difícil, mas o acompanhamento de um psicólogo pode contribuir para que os gestos diminuam e deixem de atrapalhar a criança.  


Menina colocando a mesa com a mãe - foto: Getty Images
Atribuindo tarefas

A realização de tarefas depende do nível de cognição e das potencialidades de cada criança. O psicólogo Yuri sugere que sejam propostas à criança tarefas como escovar os próprios dentes, pentear os cabelos ou colocar a mesa, por exemplo, elogiando o desempenho em cada atividade.

É interessante também que os pais estimulem as crianças, fazendo elogios ou criando sistemas de recompensas frente a um comportamento adequado, conhecido como reforço positivo. "Um modelo é a entrega de cartões: juntando dez, por exemplo, a criança ganha um presente ou agrado", explica o especialista. 


Menino correndo - foto: Getty Images
 
 
Atividade física

A psiquiatra Letícia explica que a presença de limitações físicas em pessoas com autismo não é comum. "Isso só acontece quando existem outros problemas associados, como as convulsões". Caso não haja esse tipo de restrição, qualquer tipo de atividade física está liberada e vale a pena consultar um fisioterapeuta para definir qual o melhor esporte para o seu filho.  


 
Troca de figuras - foto: Getty Images
Comunicação

Letícia Calmon explica que o mais importante é a criança se sentir apta para se comunicar, mesmo que não seja pela linguagem falada, mas por gestos, sinais e até mesmo pela troca de figuras (sistema chamado PECS) e isso deve ser usado tanto em casa quanto na escola. Para estimular a fala, o ideal é procurar o acompanhamento de um fonoaudiólogo.
 


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