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18/07/2009




  • Excesso de horas extras resulta em mais estresse e depressão (Imagem: MSN Corpo e Saúde)

  • "  Estresse"
    "   Horas extras trazem riscos à saúde mental"



"Trabalhar demais aumenta risco de demência"

"Excesso de horas extras resulta em mais estresse e depressão"


"Uma pesquisa realizada por cientistas finlandeses com mais de dois mil voluntários sugere que o risco de demência aumenta de acordo com o ritmo de trabalho. O estudo, publicado na American Journal of Epidemiology , apontou que as habilidades mentais daqueles que faziam mais horas extras era muito menor do que aqueles que não ultrapassavam o limite normal de horas trabalhadas.

Segundo os cientistas, o estilo de vida prejudicial à saúde desencadeia fatores como sono prejudicado, depressão e estresse - características de pessoas que trabalham além da conta. O Mal de Alzheimer era a demência mais atribuída a esses trabalhadores."




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fonte:
msnbrasil

16/07/2009


     "   Expressar seus pensamentos e emoçoes através de um blog pode bom para a saúde, diz uma matéria da revista Scientific American. Entre os beneficios de se expressar através da escrita estao a melhoria a memoria e do sono, o estimulo à atividade imunológica das celulas e a aceleraçao da recuperaçao após uma cirurgia.
Em fevereiro, um estudo na França com pacientes com cancer indicou que os que se envolveram com a escrita logo antes do tratamento se sentiram melhor, mental e fisicamente, do que os que nao fizeram isso. Ainda segundo a materia, blogar pode liberar dopamina, um neurotransmissor que estimula o sistema nervoso central, da mesma maneira que outras atividades como ouvir musica, correr ou ver obras de arte. E ainda mais, a possibilidade de resposta imediata oferece a quem escreve o beneficio de encontrar outras pessoas em situaçao similar.
Dica do Gawker."

04/07/2009

"   Proteja seu corpo dos cheiros que destroem a popularidade"

Gases intestinais,

mau hálito,

odor nos pés e

nas axilas

são o

terror da

vida social





"Alguns cheiros são tão desagradáveis que o incômodo sentido pelo nariz acaba sendo a menor parte da confusão principalmente em se tratando de saúde. Quem sofre com odor forte nos pés ou gases intestinais bem sabe disso: a irritação ao olfato perturba menos do que a coceira entre os dedos ou as dores abdominais, que atrapalham na hora de sentar e até de falar. "A fermentação dos alimentos faz parte da digestão e só deve ser vista como um problema quando causa cólicas ou prejudica a vida social do paciente", afirma o médico nutrólogo Laércio Gomes. Da mesma maneira, é natural suar mais nos pés o que não alivia a barra de quem morre de vergonha quando precisa tirar as meias em público.

Odor forte nas axilas e mau hálito são outros dois desconfortos que chegam a abalar a autoestima de algumas pessoas. "Minha melhor amiga tinha mau hálito. Demorei mais de um ano para criar coragem e contar para ela. Como ela tem gastrite, achei que as duas coisas pudessem ter relação e sugeri uma consulta com o gastroenterologista", afirma a esteticista Caroline Pavão. O conselho fez efeito, mas não imediatamente a amiga ficou irritada e deixou de falar com Caroline por meses.

Quando o nariz apita, no entanto, o caso é grave e precisa de tratamento. Mas só isso não basta: os cuidados preventivos são a melhor maneira de evitar os constrangimentos e as crises de autoestima que todo esse mau cheiro é capaz de provocar. A seguir, você acompanha as dicas dos especialistas para acabar com o quarteto do azedume.

Não é raro encontrar quem tenha o problema, mas é bastante incomum achar quem já tenha sido avisado dele. As pessoas ainda sentem vergonha em reclamar do hálito dos outros, preferindo manter a distância nas conversas. Com exceção do mau cheiro na boca ao acordar, que é normal, a halitose requer cuidados médicos. Para checar se você sofre com o problema, forme as mãos em concha e tampe a boca e o nariz. Solte uma baforada e aspire para checar se o odor incomoda. "Atualmente é possível medir até a gravidade do mau hálito, com um aparelho que avalia a quantidade de compostos sulfurados voláteis no hálito", afirma o dentista Caio Racy, especialista do MinhaVida.

A má escovação é um dos principais causadores do problema. Muita gente se esquece de escovar a língua, que junta saburra (aquela capa esbranquiçada) e favorece a proliferação das bactérias que causam o mau hálito. Longos períodos de jejum, medicamentos que reduzem a produção de saliva e problemas no estômago também podem causar a halitose. Para evitá-la:

1. Escove sempre a língua

2. Coma a cada três horas

3. Só tome remédios com prescrição médica

4. Beba goles de água durante todo o dia

5. Evite fazer bochechos com enxaguantes à base de álcool

6. Reduza o consumo de chiclete, que mascara o mau hálito e induz o estômago a produzir mais ácido, agravando o problema .

Gases intestinais

Além de causarem cólicas, os gases estão entre os problemas de saúde mais constrangedores. O barulho que provocam causa vergonha e o cheiro terrível acaba com qualquer um. Controlar a formação deles, no entanto, é bem mais simples do que lidar com a saia-justa que a flatulência fora de hora acarreta. Falta de ar e de respiração, sem motivo aparente, são sintomas do problema, além de arrotos com odor desagradável. "Os gases acumulam-se mais em pessoas que sofrem com o intestino preso ", afirma o nutrólogo Laércio Gomes. "Os alimentos fermentam e, como as sobras da digestão demoram para ser eliminadas, os gases vão se formando".

O primeiro passo para resolver o mau, segundo o médico, é mudar a alimentação, incluindo mais fibras e mais água na dieta. Mas é preciso cuidado com os exageros, principalmente nas fases de crise. "As frutas e os vegetais crus podem aumentar a produção de gases, piorando o caso", afirma o médico. Nessas condições, a melhor saída é buscar ajuda de um gastroenterologista ou de uma nutricionista e, passado o sufoco, adotar cuidados preventivos:

1. Coma, pelo menos, 30 gramas de fibras por dia

2. Tome muita água para melhorar o trânsito intestinal e diminuir a prisão de ventre

3. Evite sentar-se logo após as refeições e não permaneça nesta posição por muitas horas seguidas. Isso atrapalha os movimentos do seu sistema digestivo, retardando a evacuação.


Tirar as meias em público, para algumas pessoas, é mais vergonhoso do que abrir mão de peças mais íntimas. O mau cheiro nos pés incomoda e, ao contrário dos outros problemas, dificilmente desaparece para sempre. Na maioria das vezes, a solução só traz resultados caso seja mantida sem interrupções. "As bactérias e os fungos que causam o chulé encontram nos pés o ambiente ideal, quente e úmido, para se desenvolverem", afirma o dermatologista Celso Garrete, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Preferir meias que favorecem a transpiração e evitar usar o mesmo calçado sem lavar são atitudes que ajudam na prevenção. Os talcos anticépticos também devem ser usados, porque inibem o crescimento dos microorganismos. "Meias de tecidos sintéticos aumentam o suor e, por isso, precisam ser evitadas", diz o médico. Mas nada disso faz efeito sem uma medida básica: enxugar bem os pés, incluindo a região entre os dedos, após o banho.

Odor nas axilas

O mau cheiro nas axilas tem origem semelhante ao que causa o chulé. No ambiente quente e úmido, desenvolvem-se as bactérias e os fungos, que precisam de atenção máxima para serem eliminados. Lavar bem a pele desta região e enxugar é o começo do tratamento contra o problema. "Você também deve evitar desodorantes com perfume e preferir as fórmulas neutras ou manipuladas", afirma o dermatologista Cesar Cuono, especialista do MinhaVida. A reação do perfume com a transpiração pode até manchar as roupas, se você sua demais.

Roupas de algodão também ajudam a reduzir o mau cheio debaixo dos braços com tecido deixa sua pele respirar, o que impede o aumento dos microorganismos."

03/07/2009

http://saudediversascategoriasdicas.blogspot.com

"Mergulhe os pés para aliviar o estresse"

"Escalda-pés diminui o inchaço dos membros inferiores e relaxa"

"Depois de um dia estressante de trabalho, de passar muitas horas em pé ou sentado, de sentir o sapato apertar, tudo o que você precisa é de um bom escalda-pés. O método relaxa, estimula a circulação sanguinea dos membros inferiores, alivia o estresse e o cansaço acumulado.

A prática milenar pode ocorrer da forma mais básica de toda, como mergulhar os pés em uma bacia que leva apenas água quente e sal (indicado para reduzir o inchaço), e até fazer uso de receitas mais elaboradas ou de aparelhos industriais com a mesma finalidade.

"A melhor maneira de se tirar proveito do escalda-pés é escolher um local tranquilo para que o relaxamento seja completo. Sugerimos colocar uma música bem calma para ajudar", ensina a terapeuta Shirlei Fideles, do Otris Spa Urbano, de São Paulo. A especialista indica abaixo a sua receita.

Com óleos essenciais

Separe os seguintes itens:

- Bacia/ ou mini-ofurô
- Água quente
- Óleo essencial de lavanda e alecrim
- Sal grosso - Bolinha de gude

Em uma bacia, coloque a água quente e acrescente as bolinhas de gude, que servirão de estímulos para os pontos reflexos. Use 2 gotas de óleo essencial de lavanda, que tem propriedades relaxantes, e 2 gotas de óleo essencial de alecrim, que além de revigorar, ira desodorizar os pés que ficarão com uma agradável sensação de frescor. Coloque os pés na água e, em seguida, acrescente o sal grosso, que ativará a circulação. "Enxugue bem os pés e depois promova uma breve massagem para que o relaxamento seja completo", diz a terapeuta do spa Otris.

Com pétalas e sais de banho

"Adicionar elementos de fricção, como bolinhas de gude, pedras de rio ou até mesmo grãos de feijão cru, promovem uma massagem suave", acrescenta a terapeuta Érica Viviane Burmeister, do Kyron Spa, de São Paulo. Ela indica a sua técnica .

Separe

- Bacia baixa e larga -
Água aquecida a uma temperatura de até 37 graus
- Algum elemento de fricção
Óleos essenciais com finalidade de relaxamento.
Menta e eucalipto combatem a sensação de peso nas pernas.
A essência de lavanda é própria para relaxar.
- Sais ou espuma de banho
- Pétalas de rosas, que perfumam e amaciam a pele

Modo de preparo

Colocar os elementos de fricção na bacia. Em seguida, adicionar a água quente, os óleos essenciais, sais de banho e, por último, as pétalas. Verificar se a temperatura da água está adequada, emergir os pés e, se necessário, ir adicionando a água quente para manter a temperatura. Tempo de duração: 20 a 25 minutos

Abuse das ervas

Não tem um óleo essencial para fazer a mistura do escalda-pés? Dê uma olhada no sue armário ou no quintal e procure por ervas medicinais , pois elas são ótimas substitutas. Nesse caso, você vai ter que preparar um chá, no lugar do que seria apenas água quente. Para fazer, pique maços de ervas ou flores frescas e despeje na água quando ela já estiver fervendo. Desligue o fogo e deixe em infusão por 15 minutos. Em seguida, despeje na bacia. As ervas mais indicadas são camomila, com ação calmante, capim limão, relaxante, calêndula, hidratante e hortelã, refrescante."

01/07/2009



  •    "  Deste modo agora já existe cura em Terapia para todas as Doenças Mentais ou Psicossomáticas. O que nos falta ainda no Brasil são Profissionais, muito poucos ainda já qualificados para esta nova ciência moderna de saúde mental.Sem remédios, claro."


  • "Se uma doença é mental, é da mente e não do corpo. A psique finalmente estudada, pois é espírito ou pensamento, e o subconsciente uma 'mente reativa' onde estão gravados os traumas, jamais poderia ser genético, não é físico e sim conteúdo mental."


"   Esquisofrenia ainda é incompreendida"

Luciano Finotti
O ator Bruno Gagliasso, de Caminhos das Índias: ajudando na conscientização sobre a doença.
"A esquizofrenia tem sido assunto comum no bate-papo do escritório, nas rodas de amigos e conversas de família. Isso porque a doença tem sido destaque na novela Caminho das Índias, da Rede Globo, em que o ator Bruno Gagliasso interpreta o personagem Tarso, um jovem de família rica portador da condição. Apesar da enorme repercussão da novela, a esquizofrenia é ainda uma doença cercada de preconceitos e incompreensões.

Muitos portadores alegam ouvir vozes, outros sofrem com a sensação de estar sendo seguidos por alguém. O psiquiatra Hélio Elkis, coordenador do Projesq - Programa de Esquizofrenia do Hospital das Clínicas da USP, explica que a esquizofrenia é uma doença mental que se caracteriza classicamente por um agrupamento de sintomas, entre os quais alterações do pensamento e do humor, alucinações, delírios e perda do contato com a realidade.

De acordo com o médico, a doença afeta a habilidade de organizar as idéias, a capacidade de expressar emoções e a motivação para atividade normais do dia-a-dia. "As reais causas da esquizofrenia ainda são desconhecidas, mas ela tem um forte apelo genético", reconhece.
A possibilidade de familiares desenvolverem a doença é algo em torno de 10%, surgindo com mais frequência no início da vida adulta, depois dos 20 anos de idade.

Primeiro passo

Os psiquiatras são unânimes em afirmar que o conhecimento da doença é uma das melhores formas de combater o estigma social presente na condição que, além de trazer consequências psicossociais, é responsável por agravar a doença.
"Diminuir o preconceito causado pela falta de informação sobre a doença, o conhecimento da esquizofrenia também evita o diagnóstico tardio", afirma o psiquiatra Rodrigo Bressan.

Assim, quanto mais tempo a pessoa fica sem tratamento, mais degenerativa ela se torna para o cérebro. O alerta vai para familiares dos portadores, pois são eles que, invariavelmente, levam o paciente a buscar ajuda médica, uma vez que o portador dificilmente se convence que precisa ser tratado.
"Por falta de conhecimento sobre o que está acontecendo, a família acaba rotulando o portador com adjetivos pejorativos que não ajudam em nada no tratamento da doença", reconhece Bressan. Com efeito, entender o que se passa com o portador é o "primeiro passo para reintegrá-lo à sociedade e ajudá-lo a ter uma vida com qualidade."

Adesão ao tratamento

Segundo o psiquiatra Hélio Elkis, há uma série de estudos em andamento para se entender a causa da doença e várias hipóteses têm sido pesquisadas. "Há alguns mitos em relação à sua causa, um deles é que a mãe seria a causadora ou que a esquizofrenia é provocada por traumas psicológicos, todas se mostraram equivocadas. Hoje se sabe muito bem que a esquizofrenia, como todo transtorno mental, é uma doença do cérebro e que as causas são múltiplas.
"Fatores de risco que não eram suspeitados, hoje são bem conhecidos, como a idade paterna que, quanto maior, mais elevado o risco", explica o especialista. Para os psiquiatras, um dos grandes desafios da doença é diminuir as recaídas, isto é, o retorno dos sintomas, que agravam a degeneração do cérebro.
"Há estudos que apresentam evidências indiretas de que a recorrência dos sintomas está associada à maior atrofia de certas regiões cerebrais e a progressão da doença", avalia Elkis. A adesão ao tratamento é o tema enfatizado por Rodrigo Bressan.
Conforme o psiquiatra, convencer o portador que ele precisa tomar a medicação e frequentar o médico é um dos grandes desafios no tratamento. "Já existem disponíveis medicamentos em que o paciente toma a medicação apenas duas vezes por mês, diminuindo a necessidade de se preocupar todos os dias com o tratamento", comemora.
A doença na telinha

Para interpretar o personagem Tarso, na novela, o ator Bruno Gagliasso disse que não precisou fazer muita pesquisa, pois já conhecia a doença. "Estou aprendendo todos os dias com as pessoas que encontro que têm a doença e que me param para falar sobre a novela e sobre sua história pessoal", comenta, reconhecendo que, como ator, tem o compromisso de esclarecer a população sobre um tema tão sério, tentando diminuir o preconceito muito forte que existe ainda sobre a condição.
Gagliasso conta que frequenta clínicas psiquiátricas e lê muito sobre o assunto. "As pessoas não me confundem com um portador da doença, mas muitas pessoas vêm me agradecer ou contar uma história sobre a esquizofrenia", diz, acreditando que a trama vem ajudando para desmistificar essa condição."

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