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19/07/2012

Como fugir da velha maneira de viver?...

"Fuja da velha maneira de viver"

"Saúde, bem-estar, esporte e lazer"

02/04/2012

Estimule o desenvolvimento 

da criança com autismo



Brincadeiras e interação social trazem benefícios a quem tem essa disfunção


por Manuela Pagan
 
 
Diferente do que propõe o senso comum, o autismo não retira uma pessoa do convívio social. Sem dúvida, as habilidades de comunicação são prejudicadas quando há esse tipo de disfunção, mas os estímulos cognitivos realizados na intensidade adequada e com profissionais especializados são capazes de reverter alguns padrões de comportamento.

"O autismo é uma síndrome comportamental de base neurobiológica, caracterizada por dificuldades de interação social e de comunicação e por padrões restritos de comportamento", afirma a psiquiatra Letícia Calmon Amorim, da AMA (Associação de Amigos dos Autistas) de São Paulo. Mas o tratamento disponível hoje em dia pode estimular uma criança a se desenvolver e ganhar mais independência.

Não se conhece a causa exata do autismo, tampouco existe cura. Segundo dados do Center of Disease Control and Prevention, dos Estados Unidos, uma em cada 88 crianças está dentro do espectro do autismo. Esta denominação refere-se a todos aqueles que apresentam características da disfunção, que abrange diferentes graus de limitação. 


Dia 2 de abril é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, aproveite para conhecer as atividades que ajudam no desenvolvimento da criança que tem essa disfunção.


 Criança sendo alfabetizada - foto: Getty Images
Escolarização

Letícia Calmon explica que a inclusão é importante, mas o ideal é, inicialmente, fazer o treinamento dos professores e consultar profissionais capacitados para colaborar neste processo, como o psicólogo, o fonoaudiólogo, o terapeuta ocupacional e, em alguns casos, buscar também um acompanhamento pedagógico. "Cada criança deve ter um programa individualizado". A escolarização pode trazer benefícios, como a possibilidade de vivenciar situações sociais e ganhar independência.

 Criança brincando - foto: Getty Images
Brinquedos e brincadeiras

Estimular a criança com autismo a compartilhar seus brinquedos e a brincar com outras crianças pode ajudar muito na interação social. "Os brinquedos para as crianças com autismo devem ser simples e estimular a criatividade", afirma o psicólogo Yuri Busin, mestrando em estudos do desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo. O mais importante é que os pais e os profissionais observem o nível de desenvolvimento da criança e escolham o brinquedo mais adequado ao nível cognitivo dela. Um psicólogo pode ajudar nessa escolha, já que a indicação presente nas embalagens dos brinquedos não se aplica à crianças com autismo.

 Mão segurando recorte de papel em forma de família - foto: Getty Images
Convívio com a família

A psicanalista Sônia Pires, da clínica Bem-me-Care, de São Paulo, explica que o primeiro desafio dos pais é aceitar as limitações do filho. "A ideia de um filho sem autismo deve ser abandonada e dar lugar à compreensão das dificuldades da criança", afirma. Estimular a convivência com outras crianças e adultos tanto no ambiente familiar quanto em outros lugares é uma maneira natural de treinar as habilidades sociais e integrar a criança: só não adianta deixá-la isolada, distante do movimento e das conversas. 

Menina fazendo movimentos específicos com as mãos - foto: Getty Images

Lidando com o comportamento característico

Mexer as mãos sem parar, rodar objetos ou balançar o tronco para frente e para trás são alguns movimentos típicos do autismo. Interrompê-los totalmente é difícil, mas o acompanhamento de um psicólogo pode contribuir para que os gestos diminuam e deixem de atrapalhar a criança.  


Menina colocando a mesa com a mãe - foto: Getty Images
Atribuindo tarefas

A realização de tarefas depende do nível de cognição e das potencialidades de cada criança. O psicólogo Yuri sugere que sejam propostas à criança tarefas como escovar os próprios dentes, pentear os cabelos ou colocar a mesa, por exemplo, elogiando o desempenho em cada atividade.

É interessante também que os pais estimulem as crianças, fazendo elogios ou criando sistemas de recompensas frente a um comportamento adequado, conhecido como reforço positivo. "Um modelo é a entrega de cartões: juntando dez, por exemplo, a criança ganha um presente ou agrado", explica o especialista. 


Menino correndo - foto: Getty Images
 
 
Atividade física

A psiquiatra Letícia explica que a presença de limitações físicas em pessoas com autismo não é comum. "Isso só acontece quando existem outros problemas associados, como as convulsões". Caso não haja esse tipo de restrição, qualquer tipo de atividade física está liberada e vale a pena consultar um fisioterapeuta para definir qual o melhor esporte para o seu filho.  


 
Troca de figuras - foto: Getty Images
Comunicação

Letícia Calmon explica que o mais importante é a criança se sentir apta para se comunicar, mesmo que não seja pela linguagem falada, mas por gestos, sinais e até mesmo pela troca de figuras (sistema chamado PECS) e isso deve ser usado tanto em casa quanto na escola. Para estimular a fala, o ideal é procurar o acompanhamento de um fonoaudiólogo.
 


21/09/2011

Siga 6 rastros do Alzheimer antes que ele se revele

Especialistas conseguem mapear os principais fatores de risco para a demência



por Ana Paula de Araujo
 
 
O Mal de Alzheimer é uma doença silenciosa, que se revela aos poucos. Mas um estudo, publicado por pesquisadores do San Francisco VA Medical Center, nos Estados Unidos, conseguiu mapear os seis principais fatores de risco para a demência: sedentarismo, uso de álcool, depressão, tabagismo, diabetes, hipertensão na meia idade e obesidade.

Em comum, todas essas condições oferecem algum risco à saúde cérebro-vascular. 

"Fumo, obesidade, hipertensão e diabetes contribuem para o aumento de lesões no cérebro que levam à perda de cognição", afirma o psiquiatra Cássio Bottino, do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP. 

As lesões, associadas às dificuldades de conexão entre os neurônios (efeito do aumento da proteína beta-amilóide), dão origem à maioria dos diagnósticos de Alzheimer atualmente. 

"A demência vascular, ou seja, os problemas que surgem devido ao mau funcionamento do coração já são elementos tão importantes quando o crescimento fora de controle da proteína na descoberta da doença", afirma o neurologista e geneticista David Schlesinger, do Hospital Albert Einstein. 

A seguir, especialistas discorrem sobre a relação entre esses fatores e dão dicas para você cuidar melhor da saúde e se proteger contra o Alzheimer.


 
Síndrome metabólica - Getty Images
Síndrome metabólica
A geriatra Yolanda Boechat, coordenadora do Centro de Referência em Atenção ao Idoso da UFF-RJ, explica que a síndrome metabólica eleva a incidência de doença vascular cerebral, além de aumentar o estresse oxidativo. 

A síndrome é a associação de doenças como obesidade, hipertensão arterial, hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue), aumento dos níveis de triglicérides, diminuição dos níveis de colesterol "bom" HDL e aumento dos níveis de ácido úrico no sangue.

Em comum, todos esses males provocam um maior acúmulo de gordura no sangue, dificultando a circulação pelo corpo.

Com isso, há um aumento de lesões microcardiopáticas, assim como a atrofia cerebral.

O excesso de glicose no sangue, proveniente do diabetes, tem as mesmas consequências. 

Segundo a especialista, esses fatores, juntos, podem elevar a perda da memória em até 40%.

Hipertensão - Getty Images
Hipertensão

Num quadro de hipertensão arterial, a intensidade com que o sangue circula acaba causando lesões nos vasos, inclusive nos do cérebro (mais sensíveis)."

Danificados, eles acabam levando menos sangue, oxigenação e nutrientes para o cérebro", afirma Cássio Bottino. 

O tecido cerebral é muito dependente da oxigenação do sangue e pode perder capacidade caso surjam falhas vasculares.

Tabagismo - Getty Images  
 
Tabagismo

Outro fator apontado na pesquisa é o tabagismo
 
"O cigarro acelera o processo de envelhecimento neurológico e a atrofia cerebral, o que agrava as chances de Alzheimer", afirma Yolanda Boechat.
 
Além disso, é possível que o risco aumente por causa de pequenos infartos cerebrovasculares que aumentam a morte de neurônios, provocados pelas toxinas presentes no cigarro.

Álcool - Getty Images
Álcool

O consumo de mais de duas doses diárias de álcool, não importa a bebida, aumenta em quase 10% as chances de ter distúrbios neurológicos. Fora isso, o alcoolista crônico sofre com a perda de tecido cerebral, ou seja, o cérebro encolhe com o tempo e agravam-se problemas como esquecimento e perda da memória recente. Mas o consumo de uma dose diária de álcool (e isso varia de acordo com a bebida) pode retardar o aparecimento do Mal de Alzheimer, de acordo com estudo da Loyola University, em Chicago.

Sedentarismo - Getty Images
Sedentarismo

A atividade física, além de combater a obesidade e outros fatores de risco apontados pelo estudo, banha o cérebro com endorfina. Esse hormônio é um antioxidante capaz de fazer uma faxina no cérebro e eliminar radicais livres, combatendo o envelhecimento das células "A prática regular de atividade física também contribui com a irrigação sanguínea das células neuronais, melhorando as conexões e o raciocínio", afirma a médica Yolanda. Segundo pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Rush, de Chicago (EUA), idosos devem praticar de 2,5 a 5 horas semanais de atividades físicas.


Depressão - Getty Images
Depressão

Por fim, os pesquisadores indicaram a depressão como agravante do Alzheimer. 

A dificuldade de relacionamento causada pela depressão prejudica a memória e a capacidade de comunicação, inibindo o funcionamento de partes do cérebro. 

"Se não for tratada, a depressão pode levar à falência da área cerebral responsável pela memória (hipocampo), incluindo a de fatos recentes.


Seis fatores de risco para Alzheimer

fonte:
minhavida.
♂♀ http://saudediversascategoriasdicas.blogspot.com

02/08/2011

8 frutas típicas do Brasil que fazem sucesso pelo mundo

Além de exóticas, elas têm grande valor nutricional e esbanjam sabor



por Natalia do Vale 
 
Elas ficaram tão famosas e requisitadas pelo mundo que hoje não é difícil encontrar alguém comendo açaí ou mangaba pelas ruas do Japão ou em algum país europeu.

As frutas típicas do Brasil são conhecidas por seu sabor exótico e pelas inúmeras combinações que permitem preparar pratos variados e gostosos.

Além destas qualidades, as frutas apresentam valores nutricionais importantes e devem ser incluídas com frequência no cardápio. "Além de saborosas, elas previnem doenças, se adequam a dieta e enchem o prato de energia", explica a nutricionista do Dieta e Saúde, Roberta Stella.

"A seguir, conheça as vantagens de consumir oito frutas da biodiversidade brasileira"


caju
O caju é rico em carboidratos, fibras, minerais (como cálcio, fósforo e ferro), vitamina C e complexo B. Para se ter uma ideia, ele tem três vezes mais vitamina C do que a laranja. Enquanto 100 ml de suco desta última contém 60 mg dessa vitamina, a mesma quantidade de suco de caju concentra de 200 a 250 mg e oferece cerca de 47 calorias. "Além do sabor pra lá de agradável, o caju apresenta oxidantes importantes para a saúde e tem pouca gordura. Pode ser consumido em saldas, doces e sucos", explica Roberta Stella.




açai- Foto Portal da Amazônia

Apesar do alto teor de gordura do açaí, trata-se em grande parte de gorduras monoinsaturadas (60%) e poli-insaturadas (13%). Estas gorduras são benéficas e auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) e melhoram o HDL, contribuindo na prevenção de doenças cardiovasculares, como o infarto. Cada 100g do fruto tem 262 calorias. "O açaí tem gorduras que fazem bem para a saúde e por isso deve ser incluído no cardápio, porém, o ideal é consumi-lo sem adição de complementos muito calóricos, isso ajuda a manter a dieta", sugere Robert Stella. Gorduras: 52%, Fibras: 25%, Proteínas: 10%.


cupuaçu - Fotos Portal da Amazônia
O cupuaçu contém vitaminas, minerais e pectina, uma fibra solúvel que ajuda a manter bons níveis de colesterol. Além disso, sua polpa pode ser utilizada na preparação de sucos, sorvetes, vinhos, licores ou doces. As sementes podem substituir as do cacau na fabricação do chocolate e seu valor calórico é baixo. Cada 100 gramas da fruta tem 72 calorias. Carboidratos: 9,8 g, Proteínas: 1,2 g, Gorduras Totais: 1,1 g, Gorduras Saturadas: 0,0 g, Gorduras Trans: 0,0 g.


castanha
A castanheira do Pará é uma das mais importantes árvores amazônicas. Seu fruto é muito rico em gorduras e proteínas. Além disso, tem dois nutrientes especiais: o selênio e a vitamina E, antioxidantes que bloqueiam os radicais livres, que destroem as células e com o tempo são responsáveis pelo aparecimento de doenças cardiovasculares e câncer. O consumo de uma castanha-do-pará por dia é capaz de suprir a necessidade diária de selênio, mineral que reforça o sistema imunológico. Cada 100 gramas leva 400 calorias. Proteínas: 14g, Gorduras: 66g, Carboidratos: 13g, Gordura saturada: 16g, Gorduras Polinsaturadas: 21g, Gorduras Monoinsaturadas: 23g.


jaboticaba
Fruta com elevado valor nutritivo, a jabuticaba é riquíssima em vitaminas do Complexo B, principalmente B2 e niacina, aparecendo em menor quantidade a vitamina C e, ainda, sais minerais (ferro, cálcio e fósforo). As vitaminas do Complexo B tem como principais funções evitar problemas de pele, reumatismo, são essenciais ao crescimento e evitam a queda dos cabelos. Cada 100 gramas da fruta têm cerca de 40 calorias.


 carambola
A carambola é fonte de vitaminas A e C. Fornece ainda sais minerais como cálcio, ferro e fósforo. Tem sabor agridoce e sua cor varia do verde ao amarelo, dependendo do seu grau de maturação. A polpa é propícia para sucos e geleias. 100 gramas de carambola fornecem 29 calorias. "Além de saborosa e leve, a fruta apresenta função diurética ajudando no combate a retenção de líquidos", explica a nutricionista. 



Sorvete de mangaba
Em dias de calor, saborear o suco de mangaba é uma boa pedida, pois a fruta é refrescante e ameniza os efeitos da alta temperatura. Mas não é só o suco que possui admiradores. Os doces e as sobremesas também enchem a boca d?água daqueles que apreciam a mangaba.Cada 100 gramas da fruta possui cerca de 65 calorias. Informação nutricional por 100g de mangaba: Energia: 66,21 Kcal, Proteínas: 1,20 g, carboidratos: 10,2 g e fibras: 3,40 g.


graviola
Aproveitam-se as folhas, as flores, os brotos, os frutos verdes ou maduros da graviola. A polpa é branca, macia e fibrosa. Pode ser consumida in natura, mas é bastante apreciada em sucos, geleias e sorvetes. Cerca de 100 gramas de graviola fornecem em média 60 calorias, 25 mg de cálcio, 28 mg de fósforo e 26 mg de vitamina C.



fonte:
msn.minhavida

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