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Vício em medicamentos


Vício em medicamentos é um perigo









 
 
 
 
| Por Paul Christopher- The New York Times News Service/Syndicate

"Quando um viciado em drogas não está pronto para aceitar ajuda"

"Eu sou viciado em analgésicos", disse J., um atarracado trabalhador da construção civil, em uma tarde recente na sala de emergência, com a esposa ao seu lado.




Quando um viciado em drogas não está pronto para aceitar ajuda

'Eu sou viciado em analgésicos', disse J., um atarracado trabalhador da construção civil, em uma tarde recente na sala de emergência, com a esposa ao seu lado.

Dois anos antes, depois de meses de dor, rigidez e inchaço nas mãos e pescoço, o clínico geral de J. havia lhe dado um diagnóstico de artrite reumatoide e prescrito três medicamentos: dois para retardar a doença e outro, oxicodona, para a dor.
Amparado pelo analgésico, J. se sentiu mais ágil e ativo do que em todos os últimos anos que vivera. 'Eu finalmente consegui ficar à altura dos outros caras', disse. Ele começou a trabalhar ainda mais e a dor piorou. O clínico geral aumentou a dose de oxicodona.

Não demorou até que J. começasse a desejar mais o barato do que o alívio que os comprimidos traziam. Ele consultou dois outros médicos que, sem saber que ele já estava recebendo receitas de outros, prescreveram medicamentos similares. Quando um colega de trabalho se ofereceu para lhe vender analgésicos sem intermediários, a situação saiu de controle.
No momento em que eu o vi, ele estava tomando dezenas de comprimidos por dia, muitas vezes os esmagando e cheirando para acelerar o efeito. Com uma franqueza notável, ele descreveu como as drogas tinham marcado todos os aspectos de sua vida – desde dias de trabalho perdido até dívidas crescentes, estado de saúde em deterioração e tensões conjugais.
Porém, quando eu listei as opções de tratamento que poderiam ajudá-lo, J. balançou a cabeça, olhou para mim e para a esposa, e se levantou. 'Eu consigo ficar bem', disse ele, levantando as mãos.

Em seguida, saiu da sala.

O desespero tomou o rosto de sua esposa. 'Por favor', disse ela, agarrando o meu braço, 'você não pode deixar que ele saia'.
Por duas vezes, ela havia encontrado o marido caído no chão do banheiro na semana anterior. Em ambas as ocasiões, não conseguiu despertá-lo. Embora ela tenha ligado para o 911, número de atendimento de emergências nos Estados Unidos, o hospital liberou J. poucas horas depois de ele ter sido admitido e insistido que a overdose havia sido acidental. 'Eu simplesmente sei que vou voltar para casa um dia e encontrá-lo morto', disse ela.
Ela tinha bons motivos para se preocupar. O abuso de medicamentos prescritos é o problema de vício em drogas que mais cresce nos Estados Unidos. A cada 19 minutos, alguém morre em decorrência de uma overdose de medicamentos nos Estados Unidos, o triplo do índice registrado em 1990. E de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, os analgésicos (como a oxicodona) são os grandes culpados disso. Há mais falecimentos de pessoas motivados pela ingestão dessas drogas do que pelo uso total de cocaína e heroína. No entanto, embora compartilhasse da preocupação da esposa de J., havia pouco que eu pudesse fazer para forçá-lo a ingressar em um tratamento.
Meu hospital fica em Rhode Island, um dos pouco mais de dez estados onde não existe tratamento obrigatório para alguém como J. (isto é, alguém que não está sob a competência do sistema de justiça criminal). Se J. fosse morador de Massachusetts, nas proximidades – ou de um dos mais de 20 outros estados que permitem o tratamento involuntário da dependência – eu teria sugerido que sua esposa pedisse a um juiz que forçasse o marido a se tratar. Se tivéssemos nos encontrado em qualquer de uma dúzia de outros estados, eu poderia, por conta própria, ter internado J. – contra a sua vontade, por até vários dias.
Os requisitos para o tratamento involuntário do vício variam amplamente em todo o país, desde o uso da substância representar um grave perigo para alguém, para os outros ou para os seus bens, até o comprometimento do discernimento para a tomada de decisões, ou até mesmo algo tão vago quanto perder o controle sobre si mesmo. Os estados abordam o tratamento obrigatório da doença mental com uma uniformidade muito maior. Nesse caso, ele é permitido em todos, e quase todos o restringem aos casos em que o paciente representa um perigo imediato para si mesmo e para os outros.
Essa norma comum deriva de uma série de processos judiciais federais que estabeleceram requisitos processuais e materiais para declarações de saúde mental. Mas embora a admissão de dependentes que não aceitaram ser tratados não seja nova, ela tem recebido bem menos atenção judicial.
Em um caso de 1962, Robinson v. Califórnia, o Supremo Tribunal considerou que embora a condenação declarada exclusivamente por conta da dependência de drogas fosse inconstitucional, 'os estados podem estabelecer um programa de tratamento obrigatório para os viciados em narcóticos'. Muitos o fizeram, outros não. O alto tribunal ainda tem que rever a questão.
Outro fator complicador é discordância da sociedade quanto à definição de vício: uma doença, uma falha moral ou um meio termo entre os dois. Muitos (muitas vezes os próprios pacientes) veem o abuso de drogas simplesmente como uma escolha. Sob este ponto de vista, justificar a autonomia perdida e a despesa para os contribuintes que sustentam o tratamento obrigatório se torna algo difícil.
No entanto, cada vez mais pesquisas têm revelado que a situação da dependência é muito mais complicada do que isso.
Os conceitos cognitivos que nós normalmente associamos à 'força de vontade' – motivação, determinação e capacidade de adiar a satisfação, resistir aos impulsos, considerar e fazer escolhas entre alternativas – surgem de diferentes vias neurais no cérebro. Os elementos característicos do abuso de drogas – desejo, intoxicação, dependência e retirada – correspondem às interrupções desses circuitos. Uma série de fatores genéticos e ambientais serve para reforçar ou atenuar esses efeitos. Esses dados ressaltam as maneiras poderosas por meio das quais o vício constrange a capacidade de resistir.
A existência irregular de leis ligadas ao tratamento involuntário para o vício criou algo estranho na Medicina: um cenário em que o padrão de atendimento difere radicalmente de um lugar para o outro. Mas há indícios de que mudanças estão a caminho. Em março, o Estado de Ohio aprovou uma lei autorizando internações involuntárias relacionadas a substâncias. A Pensilvânia está considerando um projeto de lei semelhante.
Em julho, o Estado de Massachusetts estendeu seu prazo máximo de tratamento involuntário de vício de 30 para 90 dias, um movimento impulsionado pela crescente epidemia de abuso de opiáceos na região. No mesmo mês, no entanto, a Califórnia encerrou seu programa de tratamento involuntário do abuso de drogas.
Essas mudanças chegam em um momento em que cada vez mais seguradoras privadas se recusam a cobrir até mesmo internações breves para tratamento do abuso de opiáceos, e em que os estados vivenciam uma séria escassez de recursos. Ainda assim, embora períodos curtos de internação involuntária façam sentido intuitivamente – proteger o paciente até que os efeitos da intoxicação se atenuem – há surpreendentemente poucos indícios sugerindo que um período de tratamento involuntário mais longo possa levar à abstinência ou impedir o comportamento que justificou a internação forçada do paciente. A ciência deve orientar a elaboração dessas leis; porém, por enquanto, não há embasamento empírico que as sustente judicialmente.
Enquanto observava o rosto pálido da esposa de J., decidi falar com ele novamente. Sem ter mais recursos para insistir que ele ficasse, eu sabia que ela queria que eu mudasse a opinião do marido.
Ele estava perto da saída, de braços cruzados, com casaco fechado. Esperei ao lado dele. Por vários momentos, ele não disse nada. Então, eu me perguntei em voz alta se ele temia a dor física que existia para além de seu vício. Sem olhar para mim, concordou.
'E se pudermos encontrar uma maneira de tratar a sua dor e também dar um fim à dor que ela está causando a você e à sua família?', perguntei. 'Talvez, juntos, possamos ajudá-lo a ter a sua vida de volta.'

J. parou por um momento para considerar minha oferta. 
Por um instante, sua expressão se suavizou.
Então, sem mais demora, sacudiu a cabeça e foi embora. 
Sua esposa o seguiu, em lágrimas.

(Paul Christopher é professor assistente de psiquiatria e comportamento humano da Universidade Brown.)

 





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nytsyn




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meu rosto escorre água,... e debaixo dos peitos também, de tanto suar, por quê?


Sobre este tema, pesquisei demais, e onde encontrei melhores respostas, às dúvidas, foi em literatura, de anos e décadas ,atras.

Vide a seguir: 




"Suando em Bicas"


- Reportagens

Revista Veja

6 de setembro de 2000

Em bicas, aos baldes

Transpirar em excesso é doença.

Seu nome: hiper-hidrose.

Seu tratamento: cirurgia

Por Ana Paula Buchalla


Suar é essencial ao organismo.

Regula a temperatura do corpo e ajuda a eliminar o excesso de sais minerais.

Também é uma forma de extravasar a tensão e insegurança.

A título de curiosidade, há quem credite a um tremendo suadouro a derrota de Richard Nixon para John Kennedy, na eleição presidencial americana em 1960. Em um debate pela televisão, Nixon deixou má impressão ao transpirar em bicas diante de um Kennedy enxutérrimo (em mais de um sentido).

Mas atenção: suar demais, além da conta, é por si só uma doença. Chama-se hiper-hidrose e atinge perto de 2 milhões de brasileiros.

Suas causas são psicossomáticas. Ou seja, não se encontrou até agora, nenhuma disfunção orgânica que a explicasse.


Como não é possível combater o excesso de transpiração com remédio, a hiper-hidrose expõe suas vítimas a um constante martírio social.

O problema tende a se manifestar na infância e é aguçado na adolescência, quando a pessoa enfrenta um turbilhão de emoções.

Na idade adulta, pode perturbar a vida profissional.

Constrangido pela hiper-hidrose, um executivo de uma das maiores redes de supermercados do país, que prefere se manter no anonimato, decidiu construir uma mesa comprida e larga o suficiente para ficar distante dos colegas de trabalho.
As implicações da hiper-hidrose muitas vezes extrapolam o aspecto moral.

Técnicos em eletrônica que padecem desse distúrbio volta e meia tomam choques ao manipular equipamentos.
Motivo: o suor que cai sobre os aparelhos.

Usuários de computador

que sofrem da doença são obrigados a trocar os teclados de suas máquinas a cada dois ou três meses - o pingar constante do "humor aquoso incolor", segundo a definição do dicionário, os estraga.

Pior ainda era o sufoco dos clientes de um dentista de São Paulo.

A boca aberta e a gota escorrendo pela testa do doutor...

A estudante de nutrição Sarita Marques Valentin, de 21 anos, conhece bem a repugnância que um doente de hiper-hidrose causa nos outros.
Quando ela tinha de mexer em alimentos ou tocar em pacientes, deparava com o olhar de nojo provocado pela umidade de suas mãos. Há um mês, Sarita submeteu-se a uma cirurgia para acabar com o suadouro excessivo.
Costas e barriga - A operação é, sem dúvida o mais eficiente tratamento contra o mal. A técnica foi introduzida no Brasil pelos médicos José Ribas Milanez de Campos, integrante do grupo de cirurgia torácica do Hospital das Clínicas de São Paulo, e Paulo Kauffman, professor de cirurgia vascular da Universidade de São Paulo. O procedimento é simples, ainda que o paciente tenha de receber anestesia geral. Dois pequenos cortes abrem caminho para que cânulas - uma delas dotada de uma minicâmara - localizem e retiram ou cauterizem os gânglios que estimulam o suor nas mãos e nas axilas. "Graças à tecnologia, esse tipo de operação é, hoje, menos invasivo e arriscado", afirma o doutor Ribas. Quando não contavam com esse aparato, os médicos tinham de tomar cuidado para não lesar certos nervos, como o responsável pelos movimentos das pálpebras. Se algo desse errado, o paciente deixava de transpirar, mas ficava com um olho mais fechado que o outro.
A hiper-hidrose é daquelas doenças que se auto-alimentam.

Diante da perspectiva de suar baldes, o dente se aflige e acaba transpirando em dobro. "suava só de pensar em enfrentar uma reunião e, conseqüentemente, o nervoso piorava ainda mais o meu tormento", conta o empresário pulista "Élcio Burguese, de 41 anos, que fez a cirurgia. O maior inconveniente da operação: em 30% dos casos, o paciente passa a suar com mais freqüência nas costas e na barriga. É a maneira que alguns organismos encontram para compensar a falta de transpiração nas axilas e nas mãos. "Esse tipo de suor, no entanto, é menos intenso e socialmente mais tolerável", diz Kauffman. Depende do tamanho da barriga, é claro.




Revista Galileu
Fevereiro de 2002


Transpiração                   

O gênio é 99%

Por Flávia Pegorin

Desde o início dos anos 90, resolver o problema da hiperidrose, a transpiração excessiva, ficou mais fácil.

Essa disfunção, que atinge 1¢ da população mundial, não se caracteriza somente pela quantidade exagerada de suor nas axilas, pés e mãos. "muitas pessoas podem ficar com a pele rachada e desenvolver doenças como dermatite ou infecções por bactérias e fungos", diz José Ribas Milanez de Campos, professor do departamento de Cirurgia Torácica da faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).

Recentemente, era comum o médico indicar o uso de talcos para casos leves, ministrar remédios para depressão ou ansiedade para os mais graves ou até indicar a aplicação da toxina Botox nas áreas afetadas, paralisando a ação das glândulas (a técnica é dolorosa e só dura cerca de seis meses).

Mas a criação de uma cirurgia simples de nome complicado, a simpatectomia cérvico-torácica endoscópica, revolucionou o tratamento da hiperidrose nas palmas das mãos e nas axilas.


A cirurgia consiste no seguinte: com o paciente anestesiado, o médico faz duas incosões de 0,5 cm, uma no tórax, abaixo da mama, onde é introduzida outra na axila, onde entram instrumentos cirúrgico.

Com a anestesia, os pulmões não inflam demais, o que facilita a visão do médico. Ao atingir a parte de trás das costelas, o cirurgião tem acesso à cadeia simpática, um conjunto de nervos que seguem a coluna vertebral e controlam o estímulo das glândulas sudoríparas. Dependendo da parte retirada, o paciente pára de transpirar excessivamente nas mãos, nas axilas ou onde existir o problema.
Essa "obra de engenharia", na verdade, é um procedimento delicado mas simples: em 40 minutos a cirurgia está finalizada e o paciente pode ir para casa no dia seguinte. Segundo José Ribas Milanez de Campos, a eficiência do tratamento chega a 99%. "As pessoas costumam não dar importância ao problema. Mas quem sofre sabe como ele pode inibir e atrapalhar a vida normal".





Folha de São Paulo
Suplemento Equilíbrio
5 de setembro de 2002

Médicos criam clínica para doenças do suor

Grupo de seis cirurgiões se unem para oferecer tratamento especializado para quem sofre com o excesso de transpiração

Por Paloma Varón

Depois da clínica da dor e do hálito, é a vez da Clínica do Suor.

Pioneira no Brasil, ela ainda não existe fisicamente. Mas o grupo formado por seis cirurgiões torácicos e vasculares de São Paulo já está a postos para ajudar as pessoas que enfrentam o constrangimento de conviver com a transpiração excessiva, ou hiper-hidrose, problema que afeta aproximadamente 1¢da população mundial.
Apesar dessa incidência, a hiper-hidrose e as opções de tratamento são pouco conhecidas.

"Muitas vezes nem os médicos sabem para onde encaminhar os pacientes", afirma o cirurgião torácico José Ribas Milanez, que, como os demais idealizadores da Clínica do Suor, é especializado em técnica cirúrgica que corrige a produção excessiva de suor.
Essa operação, porém, não é indicada para todos os casos. Das 1800 pessoas que já procuraram tratamento no Ambulatório de Hiper-hidrose do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC), fundado pela mesma equipe que agora está criando a clínica, apenas cerca de 450 froam operadas. "Com Clínica do Suor, não vamos deixar ninguém sem atendimento, todos serão devidamente informados e encaminhados para outros especialistas quando não houver indicação cirúrgica", afirma Milanez. Para atingir esse objetivo, os médicos da clínica associaram-se a especialistas de outras áreas, como dermatologistas,   endocrinologistas , psiquiatras e neurologistas.                      
Existem dois tipos de hiper-hidrose. A primária, que é causada pelo aumento da atividade do sistema nervoso simpático, e a secundária, conseqüência de outros problemas de saúde, como o hipertireoidismo. Daí a necessidade de o diagnóstico e o tratamento envolverem especialistas de diversas áreas. "Daqui a um ano, esperamos ter uma central com dermatologistas e psicólogos", diz o cirurgião vascular Nelson Wolosker, que também faz parte da equipe clínica".
"Só quem tem sabe o quanto é ruim. Por isso eu acho importante divulgar que a cirurgia existe. Para mim, foi um alívio, mudou tudo, causou-me um bem-estar enorme', conta Elisa Furussawa, 31, que foi operada há um ano e meio"
A cirurgia, que é recomendada para quem sua demais nas mãos, nos pés, nas axilas ou no rosto ou por quem apresenta rubor facial (sintoma que pode acompanhar um caso de hiper-hidrose), , é feita por uma dupla de cirurgiões - um torácico e um vascular. Através de uma pequena incisão no tórax, eles introduzem uma microcâmera no organismo do paciente e retiram o gânglio do sistema nervoso autônomo responsável pela produção de suo. Feita com anestesia geral, a cirurgia dura cera de 40 minutos.
Marco Kawakami, 30, foi entrevistado dez dias após ter sido operado no HC. Ele está satisfeito com o resultado. "Como lido com muito papel no trabalho, deixava tudo molhado. A minha chefe gostou. Antes, até pegar metrô era ruim, porque as mãos escorregavam. Dificultava também a vida pessoal, as namoradas reclamavam da mão molhada. Agora está ótima", conta ele, que ficou com as mãos ressecadas.
Esse é um dos problemas comuns no pós-operatório, que pode ser resolvido facilmente com um creme hidratante. Outro é a sudorese compensatória, ou seja, a pessoa passa a suas mais em outras áreas do corpo, como abdômen e costas. Foi o que aconteceu co Vanessa Ferraz, 16, que tinha o problema nas mãos e nos pés."Suei bastante nas costas um dia. Sabia que isso poderia acontecer, mas, mesmo assim, preferi a cirurgia. Agora já posso usar sandálias, dar as mãos para as pessoas, segurar objetos."





Revista Viva Bem
18 de setembro de 2002


União contra o Suor


Quem sofre de transpiração excessiva sabe como isso é um tormento. Muitas vezes, o suor é tanto que a pessoa fica constrangida até de dar um aperto de mão. Agora, foi criada em São Paulo uma clínica especializada no tratamento do problema. São três cirurgiões vasculares e três cirurgiões torácicos que atendem em dois consultórios localizados na capital paulista. Eles fazem o levantamento das causas e realizam a cirurgia de correção se esta foi a indicação. Caso contrário, encaminham o paciente a outros especialistas. Interessados podem ligar para (11) 3747-3213.




Jornal Estado de Minas
Coluna Saúde
29 de novembro de 2002


Suor
Transpirar pode ser uma doença? Qual a forma de tratamento?
E.B.V
Belo Horizonte

- Apesar de necessário para manter a textura da pele e regular a temperatura do corpo, o suor pode ser desagradável e embaraçoso quando em excesso. A hiperidrose, disfunção com causas desconhecidas que atinge cerca de 1% da população mundial tem cura através de uma intervenção cirúrgica chamada simpatectomia torácica endoscópica bilateral. O procedimento consiste na retirada de uma pequena parte da cadeia simpática, que fica ao lado da coluna vertebral
José Ribas Milanez de Campos - especialista em cirurgia torácica e integrante do corpo clínico da Clínica do Suor.



 
Revista Pense leve
Dezembro de 2002


De braços abertos

Se você está cansada de suar a camisa e sonha em passar um verão sem derreter, saiba que a intensidade da transpiração pode estar relacionada a problemas de saúde e até emocionais.

Enquanto os termômetros não dão trégua, veja o que pode ser feito.

Por Françoise Gregório

Bastava a temperatura subir um pouquinho ou colocar o corpo em movimento que a vendedora Juliana de Souza Ramira, 27 anos, suava em bicas.

"Era impressionante! Minha camisa ficava com marcas de suor nas axilas e meu rosto pingava. De tão constrangida, sempre carregava uma sacola com toalha e roupas para trocas. Como trabalho com atendimento ao público, morria de medo de comprometer minha imagem e colocar em risco o meu emprego", lembra. O suor excessivo e constante de Juliana tinha uma explicação: ela sofria de hiper-hidrose, uma doença de atinge cerca de 1% da população e é caracterizada pela hiperatividade das glândulas sudoríparas.

O problema, apesar de não ser grave, interferia na vida social da vendedora e foi resolvido por meio de uma cirurgia de retirada da parte das glândulas sudoríparas das axilas.


Você sofre com este drama?

Em média, um adulto perde 2 litros de água por dia, mas vale dizer que a quantidade de suor produzida varia segundo a idade, sexo, raça e o local de moradia.

Calor externo, exercício físico, algumas doenças e alterações emocionais também estimulam as glândulas sudoríparas.

Apesar do desconforto que ele pode causar, o suor é necessário para regular a temperatura do organismo. Em outras palavras, o liquido destilado pelas glândulas sudoríparas é produzido quando precisamos perder calor, evitando que a temperatura interna ultrapasse a marca de 36,5°C. Nessa hora entram em ação dói milhões de "canaizinhos" espalhados na pele e cuja função é levar água à superfície por meio de pequenas aberturas, ou poros, insensíveis a olho nu.

Ao subir, essa água é vaporizada para retirar o calor do corpo como se fossem aqueles jatos contra incêndio instalados nos edifícios.

Por dentro do suor

Quando o assunto é transpiração, em primeiro lugar pensamos nas axilas. São mais visadas porque, sendo pouco ventiladas e úmidas, criam um ambiente favorável à proliferação de microorganismos e a evaporação das secreções é muito baixa.

Mas há glândulas sudoríparas de dois tipos no corpo inteiro:
" Écrinas: espalhadas por toda a pele, desembocam na superfície cutânea, reagindo ao calor - e aos estímulos emocionais -, fabricando secreções que são 99% de água.

A evaporação do suor refresca a pele e regula a temperatura do corpo. Somente 1% destas glândulas está localizado na axilas.


" Apócrinas: se concentram em determinadas zonas do corpo como nas virilhas, peito e também nas axilas, que é o lugar onde se apresenta em maior concentração. Esrão relacionadas às raízes dos pêlos e reagem aos estímulos emocionais. Produzem pequenas quantidades de secreção de aspecto leitoso que contém proteínas, açúcares, amônia, ácidos graxos e, às vezes, cromógenos (substâncias responsáveis pelo aumento da pigmentação nas axilas).
Se o excesso de suor, como no caso da vendedora Juliana, deixa de ser uma questão estética e se transforma num empecilho à vida profissional e social, pode-se recorrer a uma destas soluções:
" Aparelho de iontoforese: vendido em lojas de próteses e artigos médicos, inibe o funcionamento das glândulas sudoríparas por meio de uma descarga de corrente elétrica de baixa intensidade. As aplicações nos pés e nas mãos podem ser feitas em casa mesmo, diariamente por 30 minutos. Mas, se você suspender o uso, volta a transpiras. Contra-indicação para grávidas e portadores de marca-passo.
" Botox: a toxina botulímica tem sido aplicada nas mãos, pés e axilas com sucesso, diminuindo a transpiração em cerca de 80%. Como toxina paralisa temporariamente a musculatura do local. Algumas pessoas sentem uma fraqueza temporária nas mãos. Dependendo da região, são feitas de três a oito aplicações, cujo efeito dura de quatro a seus meses.
" Cirurgia: a retirada de parte das glândulas sudoríparas das axilas é indicada para quem sofre de hiper-hidrose. Para o excesso de suor nas mãos, existe um tipo de cirurgia que cauteriza segmentos de nervos responsáveis pela transpiração através de pequenas incisões nas axilas e no tórax. A técnica consiste em fazer dois ou três cortes de 2 cm e, através deles, introduzir os instrumentos e uma minicâmera de vídeo. A cirurgia pede internação e anestesia geral.




Jornal Agora São Paulo
Coluna Viva Bem
20 de janeiro de 2003


Cirurgia rápida cura suor excessivo

Operação que dura só 40 minutos elimina hiperidrose, doença que se agrava quando os portadores ficam mais nervosos
Por Fábio Grellet

Já pensou suar tanto nas mãos a ponto de borrar as folhas de papel, durante uma prova escrita? Ou suor nos pés a ponto de não poder usar chinelos - que, molhados voam dos pés?
Parece cena de desenho animado, mas para uma em cada cem pessoas isso é real e não tem graça nenhuma. São as vítimas da hiperidrose, doença caracterizada pelo excesso de suor, que se manifesta mesmo em ambientes frios e se agrava conforme a pessoa fica mais nervos.
"As pessoas morrem de vergonha e até mudam sua rotina, deixando de praticar certas atividades, para evitar o constrangimento", conta o cirurgião torácico José Ribas Milanez, 47 anos, da Clínica do Suor, que funciona no hospital Albert Einstein. Ele atende cerca de 80 casos de hiperidrose por mês.
Para evitar tantos transtornos, basta uma cirurgia que dura pouco mais de meia hora. "O problema é que mesmo entre médicos, a operação é pouco conhecida. Por isso eles acabam tentando tratar com remédios que não fazem efeito nenhum".
São Comuns as tentativas de combater o excesso de suor com cremes, desodorantes antiperspirantes, aplicação de botox e até aparelhos de dão choque. Mas o efeito é sempre temporário. "As aplicações de botos resolvem por seis meses, mas são muito doloridas", conta Milanez. Para combater o excesso de suor nas mãos, por exemplo, é necessário aplicar 36 injeções em cada uma.
A cirurgia já foi trabalhosa e dolorida, mas há dez anos está mais simples. "Antes era preciso um corte de seis a oito centímetros na clavícula e a cirurgia demorava até cinco horas", recorda o médico.
Hoje, o paciente chega ao hospital poucas horas antes da cirurgia e muitas vezes não chega a permanecer internado normais de um dia. São necessários dois cortes de meio centímetro cada.
Durante a operação, é retirada uma parte da cadeia simpática - uma porção do sistema nervoso autônomo, aquele que causa reações impossíveis de controlar, como as batidas do coração ou a transpiração. O problema acaba imediatamente após a retirada desse segmento. Antes de fazer a cirurgia, o paciente é submetido a exames ´para verificar se é mesmo caso de operação.
"Todo mês examinamos cerca de 2.000 pessoas, mas só cerca de 500 chegam a ser operados", conta Milanez.
Os demais são encaminhados para outros especialistas, como endocrinologistas, psiquiatras ou dermatologistas.
Para avaliar a necessidade da operação, basta consultar um cirurgião torácico ou vascular.



Jornal São Paulo Agora
Coluna Viva Bem Agora
30 de novembro de 2003


Cirurgia Simples é a saída para o suor excessivo

Hiper-hidrose atinge cerca de 1% da população. Problema, mais freqüentes nos pés, mão e axilas, traz desconforto e constrangimento
Por Fábio Grellet

Já imaginou não conseguir assinar um cheque sem molhá-lo de suor? Não poder usar chinelo ou sandália porque o pé escorrega? E evitar o uso de roupas que não sejam brancas porque elas evidenciam as manchas de suor?
Tudo isso pode parecer estranho, mas é uma realidade para as pessoas vítimas da hiper-hidrose, doença que causa suor excessivo - em geral nas mãos, pés e axilas.
Para a empresária Regina Diehl, 33 anos, histórias como essa faziam parte do dia-a-dia. "Cheguei a rezar pedindo a Deus que, em vez de permitir que eu vivesse 80 anos com essa doença, deixasse-me viver só 40, mas sem ela", diz.
Para alívio dela - e de 1% da população mundial, que estima-se ser vítima da doença - a hiper-hidrose já pode ser solucionada de forma relativamente simples, por meio de uma cirurgia. Há dios anos, Regina está curada.

Medo de se expor
A hiper-hidrose é uma doença benigna - com a qual o paciente pode conviver a vida inteira, sem perigo de morte.

Mas os prejuízos psicológicos são grandes.

"As pessoas ficam envergonhadas e não querem mais sair de casa, com medo de se expor", conta o cirurgião vascular Paulo Kauffman. Médico do Hospital das Clínicas, ele é um dos fundadores da Clínica do Suor, especializada em combater a doença e situada na capital.
Em geral, a hiper-hidrose se manifesta desde o nascimento. "Meus pais diziam que já no berço eu ficava molhada de suor", afirma Regina.

A causa da doença é genética.

Para quem é portador, o excesso de suor independe do clima e da situação.

Embora o problema se agrave quando o doente está nervoso, ele sua toda hora.

"Só cumprimentava as pessoas com beijos. Morria de vergonha de dar a mão, pois elas estavam sempre frias e molhadas", recorda-se a empresária.
Na adolescência, com as mudanças hormonais, o problema costuma aumentar. Por isso, atualmente, as vítimas da doença são submetidas à cirurgia ainda na infância.

Não foi o caso de Regina, que chegou a consultar médicos até na Europa, tentando diagnosticar sua doença. "A maioria desconhecia a hiper-hidrose. Nem imaginava como combatê-la", conta. Ela recorreu até ao misticismo. "Consultei curandeiros, mas também não adiantou".
Há dois anos, Regina leu uma reportagem sobre a doença, consultou um médico e se submeteu à cirurgia. "Nasci de novo", resume. Depois, escreveu um livro "Suando em Bicas", em que ela relata a própria experiência e depoimentos de mais de 70 vítimas da doença. A obra será lançada em março, pela editora Nobel.

Com operação, barriga sua mais
Se ter a hiper-hidrose diagnosticada pode ser difícil - pacientes se queixam de médicos que não a conhecem - tratá-la era bem complicado até poucos anos atrás.
A cirurgia exigia cortes um pouco grandes e, em geral, produzia um efeito colateral sério: a queda da pálpebra - porque afetava um gânglio, situado no tórax, responsável por segurar a estrutura ocular.
Hoje, as técnicas se modernizaram e já não causam esse problema. O corte necessário é quase imperceptível, e bastam três dias para que a pessoa volte à rotina normal. Mas ainda um efeito colateral: o paciente passa a suar mais em outras partes do corpo - em geral, na barriga e nas costas. Apesar disso, a cirurgia ainda é a melhor solução.
Os tratamentos clínicos possíveis - aplicação de botox ou uma técnica chamada iontoforese, que usa uma máquina de emitir choques - têm resultados parciais e temporários.


Fala Doutor!

A solução definitiva
A produção de suor pelas glândulas sudoríparas depende de estímulo do sistema nervoso. Para aqueles que transpiram excessivamente, a simpatectomia - retirada do sistema nervoso simpático - é o único tratamento definitivo.

No caso de hiper-hidrose palmar (nas mãos), axilar (nas axilas) e crâni-facial (na cabeça e no rosto), realiza-se a simpatectomia torácica - feita por via endocoscópica, com o auxílio de equipamento de vídeo, por meio de duas pequenas incisões, de 1 cm, de ambos os lados do peito, sendo uma na região da axila e outra no sulco inferior da mama. A operação é realizada sob anestesia geral e, após a introdução de uma minicâmera de televisão dentro do tórax, a cadeia simpática é claramente visualizada e seccionada sobre as costelas.
Com essa operação que dura cerca de 15 minutos de cada lado, o resultado é imediato: quando o paciente acorda, já está com as mãos, as axilas e o rosto secos. Muitos pacientes citam também a melhora da hiper-hidrose nos pés. O paciente pode sair do hospital no mesmo dia ou no seguinte e voltar às suas atividades habituais, em média, três dias depois.
O principal inconveniente da operação é a chamada hiper-hidrose compensatória, que geralmente ocorre no tronco e tem intensidade variável e imprevisível. O corre o aumento de suor no abdome e nas costas, particularmente em ambientes aquecidos e após exercícios físicos. Apesar desse inconveniente, a grande maioria dos pacientes se diz bastante satisfeita com a operação.


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Assessoria de Imprensa - Imagem e Estratégia
Fone: (11) 3351-8165




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