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09/03/2014


Vacinação contra o HPV começa nesta segunda em CG e deverá atender 10 mil meninas


09/03/2014 | 18h43min





A Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande dará início, nesta segunda-feira, 10, à campanha para vacinar meninas de 11 a 13 anos contra o HPV (papilomavírus humano). 

A abertura da mobilização vai acontecer na Escola Municipal Roberto Simonsen, no bairro do São José, às 08h, com ações educativas para os pais, professores e estudantes sobre a importância da vacina na prevenção ao câncer de colo de útero. A expectativa é que 9.982 adolescentes campinenses nessa faixa etária (80% do total) sejam vacinadas este ano.



As ações de conscientização da introdução da vacina no calendário de imunização vão ter continuidade durante toda a semana. A primeira dose começará a ser disponibilizada nas escolas e Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município, a partir da terça-feira, 11. 

A segunda deverá ser aplicada seis meses após a primeira e a terceira dose deverá ocorrer cinco anos depois. 


Como a vacina não é compulsória, só serão vacinadas nas escolas as meninas autorizadas pelos pais ou responsáveis.



A vacina tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus HPV. 


De acordo com o Ministério da Saúde, ela previne contra quatro tipos da doença, sendo dois deles os responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo de útero, o terceiro tipo de câncer que mais atinge as mulheres brasileiras.




A coordenadora de imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Miralva Cruz, enfatizou que a vacinação é um método preventivo, mas que, após o início da vida sexual, a menina deve se submeter também a exame conhecido como papanicolau

A vacina protege dos subtipos 16 e 18 do HPV, mas não de todos os subtipos do vírus nem das demais doenças sexualmente transmissíveis,

como 
HIV,
sífilis e
hepatite B”,
lembrou."




Abertura da Campanha

Local: Escola Municipal Roberto Simonsen

Endereço: Rua Carlos Chagas, 261 - São José

Horário: 08h
Assessoria 

 fonte:
 paraiba




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24/03/2012






































 ..."combate o bullying por meio da prevençãoconscientização,  alianças governamentaisapoio as vítimas, campanhas e por meio da capacitação  de  professores."
 ..."sobre o que é e de onde vem o bullying, como difundem o problema através da campanha 'Ser boa é que sempre está na moda', alternativa para uma saudável convivência."

"Bullying, quando a escola é o inferno"

"Brincadeira sem graça"








Em 2011, ao menos 190 jovens cometeram suicídio na Cidade do México em consequência do bullying, aponta estudo da organização cidadã "Fundação em Movimento". 

O Instituto Nacional de Psiquiatria do México é taxativo ao advertir que, se o assédio escolar persistir no mesmo ritmo, em 2020 o suicídio será a primeira causa de morte entre os jovens.

A cena se repete: um agressor (menino ou menina) intimida, maltrata e ameaça uma vítima, deixando transparecer o grande desequilíbrio de forças

O cenário: uma escola. 

Por este motivo muitas crianças e adolescentes já não querem ir à escola. Um local que para uma parcela já é sinônimo de inferno.

É o caso de Yaretzi, de 10 anos, que chegou inclusive a sofrer violência física. "Um dia tocou meu telefone e era a subdiretora da escola da minha filha pedindo para que eu fosse rapidamente porque ela havia se envolvido em uma briga com outra menina e estava com um grave ferimento na cabeça.

O relato é de Laura Gómez, mãe de Yaretzi, na página da associação "Fundação em Movimento", onde esta família, desesperada, bateu em busca de ajuda. 

Esta instituição combate o bullying por meio da prevenção, conscientização, alianças governamentais, apoio as vítimas, campanhas e por meio da capacitação de professores.

Na opinião dos médicos que tratam Yaretzi é provável que ela apresente sequelas físicas por toda vida por causa dos golpes recebidos. Diante da gravidade das lesões, o caso foi parar no Ministério Público.





Para Maria, mãe de Sara, de 11 anos, é difícil compartilhar a história de sua filha. Durante entrevista a Agência Efe, em várias partes da conversa, ficou nítido o timbre de profunda dor em sua voz. 'Hoje minha pequena não foi à escola', lamenta.
Ela contou que 'uma menina tornou impossível a vida de sua filha no ano passado. Suas armações a deixaram completamente só, a tal menina conseguiu afastar todas as amigas de minha filha. Nesse caso, a mãe não obteve apoio da direção da escola, para quem o suposto assédio sofrido por Sara era pura invenção infantil.

Maria revela que foi percebendo mudanças no comportamento de sua filha de forma paulatina: depressão, angústia e problemas para dormir

Sem saber o que fazer e sem o apoio da escola, a mãe entrou em contato com a Fundação em Movimento.


Primeira mostra de rejeição social
 
O bullying ou assédio escolar 

é um problema que apenas na Cidade do México afeta 77% dos estudantes dos ensinos
 Fundamental e Médio, de acordo com o relatório da Secretaria de Educação Pública sobre violência escolar.

Este anglicismo se refere a toda forma de maus-tratos físico, verbal e psicológico que ocorre dentro do ambiente escolar, de forma reiterada e por longo tempo.

No caso de Sara, felizmente, a intimidação foi só verbal. Ela sofria com insultos e difamações. Os ataques psicológicos deixavam a vítima insegura e isolada, sem amigos.

Embora pareça que este tipo de assédio é menos nocivo do que a agressão física, as consequências podem gerar no futuro uma importante desordem emocional na vítima. Para os analistas, o suicídio pode ser uma opção para quem sofre, já que é visto como a única saída para os problemas.

Trixia Valle, diretora-geral da 'Fundação em Movimento' e autora do livro 'Yá no quiero ir a la escola!' (Editoria Porrúa), revela que 'o bullying é para uma criança a primeira mostra de rejeição social, o que pode criar nela um conceito errado sobre si mesma.

A especialista explica que o auto conceito é

formado a partir das ideias externas recebidas
levadas a mente e que se transformam em
crenças fixas sobre si mesmo
Na vida adulta isso se transforma em
baixa autoestima. 

Em casos graves, o bullying pode levar à sociopatia e outros transtornos da personalidade.

O Instituto Nacional de Psiquiatria do México calcula que se o problema continuar persistindo no mesmo ritmo, no ano de 2020 o suicídio será a primeira causa de morte entre os jovens.



Afinal, alguma atitude está sendo tomada para frear esta forma de violência? 

A aprovação, no início de 2012, da Lei de Promoção da Convivência Livre de Violência para o Distrito Federal (DF) demonstra que existe vontade política.

A lei pretende erradicar e prevenir os maus-tratos na comunidade escolar, tanto nos níveis básicos quanto no superior da capital do país.

O decreto indica, entre outros, que os princípios reitores da lei são o respeito à dignidade humana, a prevenção da violência, a não discriminação, a cultura de paz, a perspectiva de gênero, a resolução não violenta de conflitos e o enfoque de direitos humanos.

Trixia Valle, que também sofreu bullying na infância, acredita que 'ajuda a existência de um contexto de regras claras de convivência, fomento à prevenção e apoio a quem o sofre. No entanto, as crianças e os jovens não querem que ninguém diga a eles o que fazer, mas como fazer. Por isso, um programa que só aponta o que faz mal tem uma aplicação prática mediana'.


Conforme a escritora, na fundação que dirige não só se explica sobre o que é e de onde vem o bullying, como difundem o problema através da campanha 'Ser boa é que sempre está na moda', alternativa para uma saudável convivência.




Efe 



Pais atentos
 
Recentemente, o bullying foi classificado como doença e como tal, uma vítima pode receber indenização por danos físicos e psíquicos sofridos. 

'Um diagnóstico perigoso', na opinião de Trixia. Ela teme que 'criar indenizações para as vítimas pode se transformar em uma forma de fazer mau uso de uma tragédia e da difamação'.
Por isso, mais que uma doença, Trixia vê o bullying como 'um fenômeno social em consequência de que os adultos não cuidam o suficiente das crianças ao criá-las em um contexto que proteja sua inocência.

Existe atualmente muita pornografia, violência explícita, falta de sensibilidade com a dor e o medo alheio.

 Esses fatores afetam as crianças e por isso as reações na forma de violência.


O bullying é uma realidade que deve ser erradicada a partir de diferentes frentes: família, escola e sociedade
 Os pais têm de estar atentos aos sinais presentes em seus filhos para conseguir detectar se são vítimas de assédio escolar.




Mas o que leva uma criança a exercer este tipo de violência contra outra?

Para a diretora da fundação a resposta a esta pergunta é simples. 
Esses pequenos agressores que copiam condutas negativas sofreram situações de bullying familiar, crescerem sob o estímulo da violência e sem limites claros.

Por conta disso tudo, detalha a especialista, não sabem se comportar de outra maneira. 

Muitas vítimas em idades adiantadas se transformam em agressoras por medo de voltar a sofrer o mesmo.

O caminho para prevenção passa por manter uma comunicação aberta com os filhos

Se sentem que podem contar com os pais terão maior confiança para compartilhar as inquietações e problemas, sem medo algum de ir para escola: o local para aprender e progredir na vida longe da violência.
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"Obs: Os nomes usados nessa reportagem, para as vítimas, são fictícios."

 

fonte:
noticiasmsn

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