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12/04/2010

Obesidade + Diabetes = Diabesidade (trecho)
A epidemia mundial de obesidade vai provocar milhões de novos casos de diabetes nas próximas duas décadas. A combinação das duas doenças é hoje o maior desafio da saúde no mundo. Como vencê-lo?
Cristiane Segatto
Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 23/janeiro/2010.





RICARDO CORRÊA
Foi-se o tempo em que a enorme concentração de gordos era motivo de espanto para os brasileiros que viajavam para os Estados Unidos. A obesidade (em todos os graus e formas) está definitivamente entre nós. No Brasil de 1975, 16% da população estava acima do peso ideal. Hoje são 43%. Esse é um daqueles fenômenos cuja comprovação está ao alcance dos olhos. Passe uma manhã na Praia de Copacabana, na Avenida Paulista ou em qualquer outro cartão-postal do país e conte quantos obesos cruzam seu caminho. O efeito mais evidente da obesidade é estético, aquele que você reconhece de longe. O mais grave é o que você não vê. Ele já ganhou nome: diabesidade. Os obesos de hoje serão os diabéticos de amanhã. Pior que o avanço da obesidade é a epidemia global de diabesidade. O binômio usado para designar a mistura das duas doenças é hoje o maior desafio da saúde pública no mundo. Enfrentá-lo é mais difícil que encontrar uma vacina contra um vírus novo. É preciso mexer no estilo de vida e na cultura, mudar hábitos alimentares e o comportamento de populações inteiras. Não é fácil. “O diabetes vai afetar cada vez mais pessoas e ameaçar economias”, diz Jean Claude Mbanya, presidente da Federação Internacional de Diabetes. “Se não tornarmos acessível um estilo de vida saudável, em pouco tempo o mundo vai gastar bilhões de dólares com as complicações dessa doença.” Nas próximas duas décadas, os novos casos de diabetes vão crescer 54% no mundo, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 2030, haverá 438 milhões de diabéticos no planeta. Na América Central e do Sul, o crescimento será ainda mais acentuado (65%). Isso significa que quase 30 milhões de pessoas terão a doença em nosso continente.
  Reprodução
Clique na imagem e confira o infográfico



fonte:
globo.com
e 
revista época





http://saudediversascategoriasdicas.blogspot.com
fonte:
globo.com





http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1137339-7823-OS+LIMITES+DAS+CIRURGIAS+PLASTICAS,00.html








/ vídeos

Resultados 'desastrosos' de cirurgias plásticas são alerta para o limite da vaidade. Veja

 

 

 

"Os limites das cirurgias plásticas "




 

07/04/2010

Esclarecimentos - Vacinação Influenza A (H1N1)









... repassando o e-mail recebido do Ministério da Saúde com esclarecimentos sobre a vacinação da Influenza A (H1N1).
Aos colegas comprometidos com a saúde e com a vida
 
Estamos recebendo o e-mail terrorista sobre a vacina contra Influenza H1N1, creio que vocês também. Estamos encaminhando um anexo com resposta a cada ponto citado. Solicitamos que divulguem em suas redes de amigos e trabalho. Vamos prestar mais esse relevante serviço a saúde pública de nosso país.

 Aproveito a oportunidade para nos colocarmos mais uma vez à disposição de todos, e parabenizá-los por todo esforço no enfrentamento deste desafio chamado H1N1.
  Nossa equipe de redes sociais e internet está respondendo ao e-mail e buscando as raízes. Ele tem um crescimento exponencial e preocupa-nos desde os primeiros dias. Acredito que vamos vencê-lo, assim como fizemos com o da Rubéola. Se você receber, responda com cópia para os destinatários com o texto abaixo.
Esse e-mail que está  circulando sobre a vacinação contra Influenza H1N1 é falacioso e nocivo à saúde pública brasileira. Entre outras coisas, fala do mercúrio como componente da vacina e outras citações completamente fora da realidade. A verdade é que 300 milhões de pessoas já receberam a vacina no Hemisfério Norte, sem efeitos colaterais consideráveis. Aconteceu alguma coisa similar a esse  e-mail na época da campanha rubéola. Havia um e-mail apócrifo dizendo que o Governo pretendia esterilizar todas as pessoas em idade reprodutiva, justamente o segmento coberto por aquela imunização. Felizmente a campanha foi um sucesso e o Brasil está prestes a receber o certificado de País Livre da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita. Graças às campanhas de imunização o Brasil já está também livre da Poliomielite e da Varíola.  Essas ‘teorias da conspiração” têm o úni co propósito de provocar pânico e prejudicar as campanhas de imunização. O Ministério orienta que quem receber esse e-mail deve responder à origem e aos destinatários copiados de  que se trata de informação irresponsável e prejudicial à saúde pública brasileira. Veja as respostas a  algumas citações que podem deixar as pessoas em dúvida.  As pessoas devem buscar orientação pelos canais oficiais. Nesse caso, o Ministério da saúde (link na assinatura/banner abaixo) -  www.vacinacaoinfluenza.com.br e www.who.int, da OMS - Organização Mundial da Saúde.
 A vacina contém mercúrio?
Não. A vacina não contém mercúrio em sua composição.
 A vacina contém esqualeno, substância que afeta o sistema imunológico do indivíduo?
A empresa Sanofi Pasteur, parceira do Instituto Butantan, utiliza esqualeno como componente de um de seus adjuvantes. Mas é  importante lembrar que o esqualeno, ao contrário dos mitos que surgem a respeito desta substância, é retirado do fígado do tubarão e assemelhados. O esqualeno é um super complemento alimentar, assim como o óleo de fígado de bacalhau e a emulsão de Scott.
 A vacina contém células cancerígenas de animas, que podem provocar a doença nos humanos?
A vacina não contém células animais em sua preparação final e muito menos células cancerígenas.
 As indústrias farmacêuticas receberam imunidade judicial quanto a qualquer ação ocasionada por efeitos da vacina, como morte e invalidez.
O Ministério da Saúde não assinou nenhum termo de imunidade judicial com nenhuma indústria ou empresa. As empresas são responsáveis pelos seus produtos.
 Apenas uma dose da vacina não imuniza a pessoa!
Todas as evidências e estudos confirmam que uma dose de 7,5 microgramas ou mais de vacina, protege contra a Influenza H1N1. Nas crianças de 6 meses até menores de 2 anos, a vacina é aplicada em duas ½ doses para maior segurança da saúde da criança.
 O Timersol, presente na vacina, pode causar autismo em crianças com disfunção mitocondrial e em adultos com disfunção hematoencefálica?
A vacina não causa autismo. E o Timersol  usado na concentração utilizada para a conservação da vacina, não provoca danos ao ser humano.
 A Influenza H1N1 é uma criação de laboratório para enriquecer a indústria farmacêutica?
Não há nenhuma evidência quanto a estas especulações. Em todas as novas doenças e novos vírus que surgem pelo mundo, surgem também, em contra partida boatos semelhantes, que não favorecem em nada no combate às doenças, assim como na tentativa de diminuir os danos causados por elas, na população.
 A pessoa pode ter uma anafilaxia, reação alérgica, potencialmente fatal, após tomar a vacina?
Essa reação pode ocorrer em casos muito raros. Mas é importante observar que a anafilaxia pode acontecer na aplicação de qualquer vacina. Não é uma reação exclusiva da Influenza H1N1. A vacina é contra-indicada a quem tem alergia a ovo.
 A vacina provoca a síndrome de Guillain-Barré?
Não há evidências da síndrome de Guillain-Barré, decorrentes da vacina de Influenza H1N1, desde o ano passado. Assim como não há evidências da ocorrência de Guillain-Barré desde o início da vacinação contra Influenza Sazonal, a gripe comum. O único indício encontrado desta doença, ocorreu em 1976, nos Estados Unidos.
 As vacinas compradas pelo Brasil fazem parte de produtos que ficaram encalhados em outros países?
As vacinas adquiridas pelo Ministério da Saúde são produtos com registro na Anvisa. Os lotes adquiridos estão dentro do prazo de validade. As compras das vacinadas foram negociadas no final do ano passado e estão sendo entregues ao Governo Brasileiro, de acordo com cronograma combinado, independente da situação dos outros países.  
 A vacina pode causar danos, como malformação ao feto, em grávidas que se vacinarem?
Não há qualquer relato ou evidência de malformação fetal em decorrência da vacina contra Influenza H1N1.
 A vacina provoca paralisia dos nervos?
Não há qualquer evidência de que a vacina contra Influenza H1N1 provoque qualquer tipo de paralisia.
Marcier Trombiere
Chefe da Assessoria de Comunicação Social
Ministério da Saúde




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